olha so como ELE me ama
mas eu o AMO muito mais
Não sei se o mundo é bom
Mas ele está melhor
Desde que você chegou
E perguntou
Tem lugar pra mim?
é claro meu amor, tem todo um lugar pra voce
Meu mundo nao teria razao
se nao fosse voce Anthony
28/01/2014
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O que nao falar pro nossos filhos
2:36 PM 0 Comments crescendo, desenvolvimento, Dicas, familia, mãe
O que não se deve falar para as crianças
Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
Muito carinho
2:29 PM 0 Comments Amor, Anthony, Dicas, mae, mãe, papo de mae
O pediatra Dioclecio Campos Junior, professor da Faculdade de Ciências
da Saúde, do Departamento de Pediatria da UnB, mostrou resultados de
experiências com animais que revelam que os filhotes que não foram
lambidos pelas mães, maneira de demonstrar afeto, sofreram mudanças no
cérebro e, depois, quando tiveram seus filhotes também não os lamberam.
"O vínculo afetivo é decisivo para moldar o comportamento ao longo do
desenvolvimento", disse em sua palestra no 69º Curso Nestlé de
Atualização Pediátrica.
O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender.
Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança è exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.
Entao vamos encher nossas crias de muito carinho e deixa-los bem felizes pra nos ficarmos felizes tambem. Eu sei, entendo e ja passei por isso as vezes da vontade sair correndo, vontade de gritar, mas temos que pensar que o tempo passa tao rapido e que daqui apouco eles nao vao mais querer nosso abraco, pois tambem tera suas coisas pra cuidar e sera corrido e teremos saudade, principalmente se nao aproveitarmos agora.
Faça qualquer momento um momento inesquecivel, valer muito a pena.
O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender.
Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança è exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.
Entao vamos encher nossas crias de muito carinho e deixa-los bem felizes pra nos ficarmos felizes tambem. Eu sei, entendo e ja passei por isso as vezes da vontade sair correndo, vontade de gritar, mas temos que pensar que o tempo passa tao rapido e que daqui apouco eles nao vao mais querer nosso abraco, pois tambem tera suas coisas pra cuidar e sera corrido e teremos saudade, principalmente se nao aproveitarmos agora.
Faça qualquer momento um momento inesquecivel, valer muito a pena.
Hora do mamaço
10:58 AM 0 Comments alimentação, amamentação, mãe, papo de mae
Em comemoração a Semana Mundial do
Aleitamento Materno (SMAM), todas as mães e bebês estão convocados para
se unir à este movimento nacional e mundial.
A ideia é amamentar nossos filhos exatamente no mesmo horário e registrar esse momento. Use sua criatividade e espontaneidade para mostrar onde está amamentando: pode evidenciar a sua cidade, um ponto turístico, a intimidade deste momento...
A intenção é criar um vídeo com todas as fotos para ser veiculado nas mídias sociais e assim, mostrar que somos mães
que acreditamos na importância do ato como benefício insubstituível para os nossos bebês!
Então, queremos contar com todas as mães da comunidade e da blogosfera materna para fazer este evento algo muito significativo.
Então, no dia 04 de Agosto, às 14hs, todas as mães e seus bebês praticando o ato mais amoroso do mundo: a amamentação!
aqui em Ribeirao o encontro sera no Curupira e todas as mamaes estao convidadas.
A ideia é amamentar nossos filhos exatamente no mesmo horário e registrar esse momento. Use sua criatividade e espontaneidade para mostrar onde está amamentando: pode evidenciar a sua cidade, um ponto turístico, a intimidade deste momento...
A intenção é criar um vídeo com todas as fotos para ser veiculado nas mídias sociais e assim, mostrar que somos mães
que acreditamos na importância do ato como benefício insubstituível para os nossos bebês!
Então, queremos contar com todas as mães da comunidade e da blogosfera materna para fazer este evento algo muito significativo.
Então, no dia 04 de Agosto, às 14hs, todas as mães e seus bebês praticando o ato mais amoroso do mundo: a amamentação!
aqui em Ribeirao o encontro sera no Curupira e todas as mamaes estao convidadas.
Musico
3:08 PM 0 Comments Anthony, desenvolvimento, familia, mãe, para criancas
Filho de musicos (mamae toca orgao, teclado e piano, papai toca baixo, guitarra e sax), sobrinho de tio baterista, neto de vovo musico e bisneto de bisavo musico so podia dar nisso.
Ele so esta ain escolhendo qual instrumento porque sao muitas as opcoes
Ele so esta ain escolhendo qual instrumento porque sao muitas as opcoes
Filhos
3:56 PM 0 Comments Amor, gestante, gravidez, mãe, papo de mae
Um dia resolvemos encarar nossos medos e
embarcamos junto com o companheiro na montanha russa da maternidade, sem
saber pra onde os trilhos iam nos levar, onde estariam os loopings,
onde estariam as retas, onde estaria o fim e se ia dar vontade de ir
mais uma vez.
A gravidez porém, apesar de ser um tempo absolutamente necessário pra que a gente possa se preparar pra tudo o que vem pela frente, nã
A gravidez porém, apesar de ser um tempo absolutamente necessário pra que a gente possa se preparar pra tudo o que vem pela frente, nã
o nos prepara pra nada.
Não foi no dia do parto, nem no dia seguinte também que eu me tornei mãe. Na verdade, depois de algum tempo nos damos conta de que não é a nossa vida que tinha mudado completamente. Era eu, era minha essência que havia sofrido uma transformação profunda e definitiva.
Sou mãe.
E isso quer dizer que sou forte. Isso quer dizer que sou bicho. Isso quer dizer que sou mulher e que estou ouvindo os gritos da minha alma de mãe, de meu instinto maternal, de minha mãe, de minha avó, minhas tias e de todas as mulheres que me precederam neste ciclo perfeito da vida. Eu dei a luz. Eu dei vida.
Nunca mais serei a mesma. Ao mesmo tempo que sou mais sensível, sou mais forte. Ao mesmo tempo que estou mais cansada, tenho mais disposição do que jamais tive. Ao mesmo tempo em que me preocupo, sou prática e racional para buscar soluções e tomar decisões essenciais. O que antes era um grande problema, que demandava tempo, sofrimento, raciocínio e muito drama, agora mal existe.
Todos os meus medos, com exceção do de perder um filho, foram embora.
Minha mãe nunca soube de tudo. Hoje eu sei que ela muitas vezes fingiu saber. Tinha dúvidas, inseguranças, incertezas, mas nunca deixou transparecer. Mais tarde, na adolescência, foi sincera e muitas vezes me olhou nos olhos e disse: “eu não sei, filha, eu não sei”, mas na infância não, ela sempre me fez sentir segura, protegida. Para um filho, a gente é forte, a gente engole o choro, a gente quer mostrar o mundo de um jeito bonito, mesmo que às vezes uma guerra esteja acontecendo dentro do coração. Para um filho, a gente dá a própria vida.
E as outras mães, que eu tanto julgava... Só não peço perdão a cada uma delas por que sei que não é preciso. Quando nos tornamos mães nos redimimos dessa falha, passamos de predador à presa. Mal sabia o quanto eu mesma seria julgada, como sentiria à flor da pele tantas pessoas apontando meus erros, logo eu, que não me permitia errar. Mas é a ordem natural das coisas. Todos julgam uma mãe. Todos têm opiniões muito fortes sobre a criação de nossos filhos, sobre nossas escolhas e nossas decisões.
Não importa o que uma mãe faça, sempre será questionada, sempre será criticada, e ai dela se der ouvidos. Acabará num beco sem saída, num mar de conselhos inúteis, de simpatias imbecis, remédios caseiros e infelicidade. Por que ninguém, NINGUÉM sabe o que é melhor para um filho do que a sua própria mãe. Os erros, os acertos, todos vêm do coração, e no final das contas, é isso que fica.
E como eu sou feliz de sentir a força dessa mulher!
Como sou feliz por ter tomado essa decisão. Por ter encarado o desafio, vencido o medo da montanha russa. Como sou grata à minha pequena, por me ensinar tanto sobre mim mesma, por me mostrar que sou muito mais capaz do que jamais imaginei.
Ter filho é sim, difícil. Mas vale a pena.
Filhos, filhos, pra mim, é melhor tê-los.
Não foi no dia do parto, nem no dia seguinte também que eu me tornei mãe. Na verdade, depois de algum tempo nos damos conta de que não é a nossa vida que tinha mudado completamente. Era eu, era minha essência que havia sofrido uma transformação profunda e definitiva.
Sou mãe.
E isso quer dizer que sou forte. Isso quer dizer que sou bicho. Isso quer dizer que sou mulher e que estou ouvindo os gritos da minha alma de mãe, de meu instinto maternal, de minha mãe, de minha avó, minhas tias e de todas as mulheres que me precederam neste ciclo perfeito da vida. Eu dei a luz. Eu dei vida.
Nunca mais serei a mesma. Ao mesmo tempo que sou mais sensível, sou mais forte. Ao mesmo tempo que estou mais cansada, tenho mais disposição do que jamais tive. Ao mesmo tempo em que me preocupo, sou prática e racional para buscar soluções e tomar decisões essenciais. O que antes era um grande problema, que demandava tempo, sofrimento, raciocínio e muito drama, agora mal existe.
Todos os meus medos, com exceção do de perder um filho, foram embora.
Minha mãe nunca soube de tudo. Hoje eu sei que ela muitas vezes fingiu saber. Tinha dúvidas, inseguranças, incertezas, mas nunca deixou transparecer. Mais tarde, na adolescência, foi sincera e muitas vezes me olhou nos olhos e disse: “eu não sei, filha, eu não sei”, mas na infância não, ela sempre me fez sentir segura, protegida. Para um filho, a gente é forte, a gente engole o choro, a gente quer mostrar o mundo de um jeito bonito, mesmo que às vezes uma guerra esteja acontecendo dentro do coração. Para um filho, a gente dá a própria vida.
E as outras mães, que eu tanto julgava... Só não peço perdão a cada uma delas por que sei que não é preciso. Quando nos tornamos mães nos redimimos dessa falha, passamos de predador à presa. Mal sabia o quanto eu mesma seria julgada, como sentiria à flor da pele tantas pessoas apontando meus erros, logo eu, que não me permitia errar. Mas é a ordem natural das coisas. Todos julgam uma mãe. Todos têm opiniões muito fortes sobre a criação de nossos filhos, sobre nossas escolhas e nossas decisões.
Não importa o que uma mãe faça, sempre será questionada, sempre será criticada, e ai dela se der ouvidos. Acabará num beco sem saída, num mar de conselhos inúteis, de simpatias imbecis, remédios caseiros e infelicidade. Por que ninguém, NINGUÉM sabe o que é melhor para um filho do que a sua própria mãe. Os erros, os acertos, todos vêm do coração, e no final das contas, é isso que fica.
E como eu sou feliz de sentir a força dessa mulher!
Como sou feliz por ter tomado essa decisão. Por ter encarado o desafio, vencido o medo da montanha russa. Como sou grata à minha pequena, por me ensinar tanto sobre mim mesma, por me mostrar que sou muito mais capaz do que jamais imaginei.
Ter filho é sim, difícil. Mas vale a pena.
Filhos, filhos, pra mim, é melhor tê-los.
bercario II
3:57 PM 0 Comments Anthony, crescimento, desenvolvimento, escola, mãe
Hoje minha riqueza esta completando um ciclo
e comecando outro
Hoje ele passou do Bercario1 para o Bercario2
e vai conhecer sua nova turminha e suas novas professorinhas
valew tia Mel Melissa Oliveira Silva por cuidar do meu pimpolho, nesses quase 01 ano, vc e a tia Joana se tornaram muito especiais pra nos e pra ele entao nem se fala. A gente ve o cuidado que voces sempre tiveram com ele.
Muito obrigado de coracao
e comecando outro
Hoje ele passou do Bercario1 para o Bercario2
e vai conhecer sua nova turminha e suas novas professorinhas
valew tia Mel Melissa Oliveira Silva por cuidar do meu pimpolho, nesses quase 01 ano, vc e a tia Joana se tornaram muito especiais pra nos e pra ele entao nem se fala. A gente ve o cuidado que voces sempre tiveram com ele.
Muito obrigado de coracao
Feliz dia das maes
2:17 PM 0 Comments familia, mãe

Ser mãe...
é sair de fininho pra comer escondido do filho e ainda voltar de boca cheia tentando disfarçar
é não ter mais hora pra dormir nem pra acordar
é achar que toda vez que qualquer criança grita “mamãe” ela está falando com você
é encontrar massinha grudada no tapete
é comer comida fria e pelas metades
é sair sozinha e mesmo assim encontrar um buzz ou uma princesa dentro da sua bolsa
ou uma muda de roupa
um copinho com água
um biscoito quebrado
um caroço de feijão
é se emocionar ao ir num show de música infantil que seu filho adora – e você, pelo visto, ama mais ainda
é se debulhar em lágrimas ao ouvir seu pequeno dizer “te amo” pela primeira vez
é torcer com todas as forças pra que eles durmam logo e morrer de saudade, esperando que acordem
é terminar o dia exausta, prometendo que o próximo dia será diferente e mais organizado, mas amanhecer fazendo tudo outra vez
é lá no fundo pensar “bem feito” quando ele se ferra ao fazer uma coisa que você proibiu
e correr para consolá-lo logo depois de um pensamento tão maldoso
é engolir o palavrão pra não fazer feio perto da criança
e soltar ele na frente dela na hora que menos se espera
é desenvolver um beijo mágico, que cura as enfermidades do corpo e da alma
é pisar distraída num brinquedo jogado no meio da sala
é mandar todo mundo calar a boca quando, finalmente, o bebê dorme
é ter que fazer sexo de porta fechada, sem soltar um pio
é sempre estar com alguma coisa suja: cabelo engordurado, roupa suja de comida ou areia, encardidodebaixo da unha, dente com alface.
é sentir-se um adulto completo ao cinema sem as crianças
é comemorar quando arruma alguém pra ficar com as crias numa sexta à noite
e não desgrudar do celular um segundo na ausência deles
e voltar pra casa correndo e elas não darem a mínima pra você
é sentir o coração explodir de alegria quando eles dão uma gargalhada gostosa
e ficar com ele apertadinho quando ficam doentes
é banalizar completamente assuntos escatológicos envolvendo cocôs, xixis, vômitos e o apocalipse
é deixar o pedaço mais gostoso pro final e virem esses projetos de trombadinha pra comer ele em segundos, sem a menor cerimônia (ou ao menos um obrigado)
é sempre colocar as necessidades dos filhos na frente das suas
e burlar essa regra de vez em quandinho
é ficar surpresa como pode caber tanto amor dentro de uma pessoa só
para todas as mães que não são perfeitas. são somente mães.
feliz dia das mães!
especialmente pra minha mae, que me encoraja, me da força, me aconselha, porque ela é companheira, é amiga e sabe cozinhar como ninguem
MAE TE AMOOOOOOOOOOOOOOO
Segurança dos seus filhos em casa
1:50 PM 0 Comments crescendo, desenvolvimento, mãe, papo de mae
Como melhorar a segurança dos seus filhos em casa?
Noventa por cento dos casos de acidentes podem ser evitados com atitudes de prevenção
Quando se trata de crianças, a máxima “todo cuidado é pouco” é mais do que coerente. Dentro de casa, o que para um adulto pode ser apenas um móvel ou uma atividade rotineira, com uma criança por perto, pode se tornar uma verdadeira armadilha.Agora que o Anthony comecou a andar sem parar, a gente ja vai tomando ainda mais cuidados, e um deles foi providenciar um portaozinho para que ele NAO desca as escadas.
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 5 mil crianças, de 1 a 14 anos, morrem por ano por causa de acidentes. Ainda segundo Ministério, os estudos mostram que 90% dos casos poderiam ser evitados com prevenção. Para evitar os acidentes domésticos e deixar a casa mais segura para os pequenos é primordial tomar algumas atitudes.
Segundo a pediatra, Cláudia Renata L. Silva, a cozinha é o lugar mais perigoso da casa. Por isso os aparelhos elétricos devem ser mantidos longe do alcance das crianças e elas nunca devem manuseá-los sozinhas. Enquanto cozinhar, tente mantê-las longe e também coloque os cabos das panelas virados para a parte de dentro do fogão. Prefira um fogão com válvulas de gás com dispositivo de segurança. Isso evitará que a criança mexa nele e deixe o gás vazar.
Facas e utensílios pontudos podem ser colocados em gavetas altas para dificultar o acesso. Na mesa, deve-se tomar cuidado com as toalhas. “Se uma criança puxa a toalha, tudo que tem em cima da mesa vai cair nela, e os alimentos quentes podem causar queimaduras de até 3º grau”, explica a médica.
Em um ambiente com escada é imprescindível o corrimão, além de um piso adequando para prevenir escorregões. Evite o uso de tapetes nesses locais. Todas as tomadas não utilizadas da casa devem ser lacradas com fitas ou tampas de segurança. Isso evitará que os pequenos coloquem os dedinhos nos buracos das tomadas. Apartamentos ou casas com mais de um andar devem ter telas de proteção nas janelas, além de travas que só podem ser acionadas por um adulto.
Já na área de serviço a preocupação deve ser com os produtos de limpeza. Procure utilizar produtos não inflamáveis e mantenha todos em um local seguro, longe do alcance das crianças e, de preferência, trancados. Nunca reutilize embalagens de refrigerante ou de comida para armazenar produtos de limpeza.
Em todo canto, em todo lugar
Na hora do banho as crianças devem ser supervisionadas. O banheiro pode oferecer muitos riscos de uma só vez, como um piso molhado escorregadio e um aparelho elétrico ligado. Mantenha os remédios em armários trancados e fora do alcance dos pequenos. Evite deixar aparelhos como barbeadores elétricos e secadores ligados na tomada e guarde-os em um local seguro.Se no seu banheiro tiver uma banheira ou você utilizar banheiras e baldes de plásticos nunca deixe os bebês sozinhos durante o banho e esvazie os recipientes assim que utilizá-los. Se tiver piscina, mesmo que de plástico e pequena, não as deixe destampadas e evite que as crianças tenham acesso à elas se estiverem sozinhas.
Os móveis de casa podem oferecer risco às crianças se tiverem quinas em lugares de passagem ou de circulação. Para evitar os acidentes use protetores específicos. No quarto, é preciso observar os brinquedos das crianças. Verifique se eles soltam pequenas peças que poderão ser engolidas e se o brinquedo possuí o selo do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) que certifica os testes quanto aos riscos que podem oferecer à criança.
Gravidez: Perguntas e Respostas
10:48 AM 0 Comments familia, mãe, papo de mae
sabe aqueles dias em que você simplesmente cansa de dar explicações a pessoas que não valem a pena. Futricando na internet achei um texto sagaz, especialmente para as grávidas e grávidos. com vocês:
GRAVIDEZ: PERGUNTAS E RESPOSTAS
1) eu deveria ter um bebê após os 35?
não, 35 crianças ja são suficientes.
2) estou grávida de dois meses. quando meu bebê vai se mexer?
com alguma sorte, depois que ele terminar a faculdade.
3) qual é o método mais confiável para determinar o sexo do bebê?
o parto.
4) minha esposa está grávida de cinco meses e está tão temperamental que às vezes ela parece um ser irracional.
qual é mesma a pergunta?
5) minha doula diz que não vou sentir dor no parto e sim pressão. ela está certa?
sim, da mesma maneira que um tornado pode ser chamado de uma corrente de ar.
6) quando é o melhor momento para tomar a epidural?
depois você descobre que está grávida.
7) há alguma razão para eu estar na sala de parto com a minha esposa?
não. a menos que a pensão alimentícia não signifique nada para você.
8 ) existe alguma coisa que eu deveria evitar enquanto me recupero do parto?
sim. ficar grávida.
9) você acha que eu deva fazer chá de bebê?
espere ele nascer primeiro, depois pode fever a água.
10) nosso bebê nasceu semana passada. quando minha mulher vai começar a se sentir e agir normalmente?
quando as crianças forem para a faculdade.
bom final de semana!
Mais um dos meu desabafos
11:27 AM 0 Comments Anthony, crescendo, crescimento, familia, mae, mãe
Sera que fantasiei, ou esqueci tudo aquilo que vi quando minha irma teve o Arthur? Acredito que sim, conforme minha mae a gente esquece tudo aquilo de ruim que faz parte da maternidade, senao as maes nao teriam seus segundos, terceiros, quartos.... filhos. Entao eu, tola que era, imaginava ou acreditei que bebês mamavam, dormiam, e claro, choravam, mas só às vezes.
Eu tinha pra mim, que bebês são quase como pequenos Budas, quase sempre calmos, tranquilos, serenos, sossegados. Não sei de onde veio essa concepção totalmente equivocada, mas só sei que meu filho veio para me deixar bem claro que tudo isso não passava de uma grande ilusão.
O Anthony é sossegadão (ou era) na maior parte do tempo, mas chora com convicção, e está longe de ser esse bebê plácido dos meus devaneios pré-maternidade.
Com a chegada do Anthony eu percebi que ser mãe é aceitação: é aceitar que meu filho é do jeito que é, e portanto diferente do ideal que eu tinha, é aceitar que ele não dorme como eu queria ou pensei que dormisse é aceitar que nem sempre eu entendo o significado dos choros dele, é aceitar que ele chora sem motivo aparente às vezes, é aceitar que eu não posso privá-lo imediatemente dos incômodos que ele sente... Ser mãe do Anthony é aceitar, inclusive, que eu fico de saco cheio de fazer as mesmas tarefas repetitivas dia após dia, é aceitar que a minha vida foi reconfigurada com a chegada dele, e que um tempo só pra mim, ou só para o casal não é mais tão simples, é aceitar que o meu tempo, por enquanto, é o tempo dele...
E para aceitar esse tanto de coisa e outras mais, é preciso entrega.
E eu jamais experimentei tamanha entrega na minha vida, em nenhuma outra relação. Entregar-se é dar de si sem esperar nada em troca, é um passo no escuro, é esquecer de si por um tempo. E talvez, por isso mesmo, a entrega seja tão difícil. Mas como mãe, eu sinto que não tem outro jeito. O Anthony está aí, ele é real, e ele precisa de mim.
Quando se fala de maternidade por aí, se esquece de dizer que com o nascimento de um filho nasce uma outra mulher, um outro casal, uma outra vida. Nem melhor, nem pior, apenas uma outra vida, uma nova vida. Bom, pelo menos é assim que eu me senti e tenho me sentido.
E nessa nova vida, tem dias que eu sinto uma "angústia de não se entender, um tédio que a gente nem crê, anseio de tudo esquecer e voltar". Voltar para aquela velha vida na qual eu podia ficar a toa, conversar mais com meu marido, viajar mais com ele, receber amigos em casa e conversar madrugada adentro, acordar quando quisesse, cozinhar sem a pressão do tempo, assistir um filme até o fim...
Daí eu me lembro que apesar de ser mãe de fato, eu ainda estou me tornando mãe. Sim, porque no meu caso, o tornar-se mãe tem sido um processo. E esse processo de tornar-me mãe está sendo muito recompesador, e tem ajudado a me conhecer melhor, mesmo topando com muitas pedras no caminho.
É bem verdade que apesar da falta de liberdade, hoje eu me sinto muito mais Aline, a Aline como indivíduo, pessoa autônoma, do que há anos atrás. O que me leva a crer tudo há de melhorar. E melhorar independe do meu filho, se ele dorme ou não, se ele chora ou não... A melhora é minha. Afinal, o processo é meu.
E como nada nessa vida é uma via de mão única, a maternidade também traz muitas coisas boas, claro. Mas sobre elas eu falarei num outro momento.
Hoje, me desculpem, eu precisava desabafar.
Reconhecendo uma mae
5:24 PM 0 Comments gestante, gravidez, mae, mãe
Certamente você vai se reconhecer….
- Mães costumam andar em bando, mas mesmo quando chegam em algum lugar sozinhas, elas logo se reconhecem, se juntam e formam uma verdadeira quadrilha. Mulheres que não são mães, em geral, não são bem aceitas no grupo.
- Mães fazem cara feia, cara muito feia quando alguém que não tem filhos diz: “mas eu tenho muitos sobrinhos” nã nã ni nã não querida colega, sobrinho está a anos luz de ser algo parecido com filho…
- Em geral elas têm o cabelo curto, mas quando ostentam longas madeixas, as mantem pressa na maioria do tempo.
- Elas evitam max acessórios – eles são absurdamente perigosos. Também evitam tomara-que-caia (quase um crime) e salto alto. De maneira geral se preocupam muitoa mais com conforto do que com moda.
- Mães usam um dialeto muito particular e por muitas vezes se comportam de maneira bizarra em publico. Exemplo clássico: almoço de domingo no restaurante, uma criança no auge do desfralde diz – eu quero fazer xixi – A mãe se levante com a criança no colo, corre por entre as mesas gritando: “xixi, cocô” – sem o menor pudor…
- Mães começam a se arrumar com horas de antecedência para um compromisso e, em geral, chegam atrasadas….
- Mães olham gravidas com compaixão e pensam: “pobres mulheres, elas não sabem o que lhes aguarda”
- A comida está sempre fria e a cerveja sempre quente.
- Conhecem todos os personagens do Discovery, sabem dos horários dos desenhos e competem entre si para saber quem viu mais vezes o DVD da Galinha Pintadinha e do Cocoricó
- Os temas cocô e vômito chegam a dar orgasmos nas mães
- Ahhh elas sempre começam frases assim – “Nossa, mas você precisa ver, o fulano é muito esperto. Voce não sabe o que ele fez ?“
- Mães sempre apresentam olheiras, cabelos despenteados, hipoglos nas unhas e algum tipo de sujeira nas roupas.
- No meio de uma conversa telefônica ela fala do nada – NÃO – NÃO sobe ai – Tira isso da boca – vou contar até 3. Em geral ela
desliga o telefone antes que a conversa termine
- Mães possuem ouvido biônico, ouvem o choro de seus filhos a quilômetros de distancia.
Se você encontrar com alguma da espécie na rua: CUIDADO. Ela pode ser absurdamente amorosa, mas as vezes vira uma fera!!
E agora? com que roupa?
Daí que você passa a gravidez inteirinha sendo bombardeada por propaganda de moda para gestante. Tudo mulher linda, com cara de plácida, sem boca e pés inchados, posando com a mão na barriga fazendo coraçãozinho.Feliz da vida com um barrigao lindo sem estrias, ai que linda a gravidez!!!!!!!
Mas, um dia, o bebê nasce.
E aí? e aiiiiiiii, minha filha, você não vê mais nenhum anunciozinho sequer de moda pra mãe recém-parida.
Justo naquela hora que você mais precisa de um up na sua autoestima, a indústria da moda se vira de costas e não faz nada pra te ajudar.
Aí você tem que se virar pra disfarçar a barriga com batinhas larguinhas. Colocar blusas compridas pra não mostrar que o seu jeans ainda tem aquele cós de elástico. Ou caprichar num colete super colorido, que é pra ninguém conseguir ver outra peça no seu look que não seja ele próprio. Tudo isso, é claro, com aquelas cintas bonitas e sufocantes por baixo da roupa.
Fora os sapatos que nao vao te servir pois os seus pes estao inchados (pelo menos o meu ficou inchado por quase 10 dias apos a cesarea) e voce vai constatar meses depois que voce ja nao calca mais o numero que calcava antes de ser mae. Sim seu pe cresceu....
As camisetas e cia, entretanto, ainda têm que vir equipadas com outro dispositivo de suma importância: aberturas facilitadoras da amamentação. Camisa com botões seria a saída perfeita, mas, quem aguenta ficar toda alinhada assim?
Ou entao as blusas de botao de pressao, que seriam mais praticas, ja que voce tem que ser super ninja e fazer tudo com uma mao só, porque a outra esta segurando nossa cria. Mas os bebes ficam super impacientes quando estao com fome e voce tem mesmo é que arregacar a blusa, de preferencia abrir os botoes de uma vez só.rsrsrs
Tá, uma blusinha que possa ser levantada quando a criança pede pelas tetas. Opção boa, se você não der bola para o estado da sua barriga (que também vai aparecer, querida!) quando você sacar as mamas para a cria.
Não indico o tomara que caia nessa fase. Aliás, não indico tomara que caia em fase alguma da maternidade, muito menos na gravidez.
A vida passa, os filhos crescem e seu guarda-roupa se enche de peças novas. Ops... quando sobra um dinheirinho (porque você não torrou todo seu salário comprando roupas fofas e afins para os filhotes) você até que encara uma lojinha luluzinha.
Olha dali, olha daqui e segue pensando “minissaia de couro linda essa... mas não dá prá mim, minha perna tá branca demais e, além disso, como é que vou conseguir abaixar pra pegar o bebe, amarrar o sapato dele , sentar no chão do restaurante para dar almoço? Não dá mesmo!”
Continua sua busca e acha aquela sandália plataforma que saiu na revista. Surta de emoção e experimenta a tal. Quando vai desfilar sua beleza em cima daqueles 13 cm de salto, percebe que já não sabe mais andar com aquilo. Como se equilibrar com um bebe de 10, 12 kg num salto desse tamanho??? afff Melhor pedir uma rasteirinha pra moça.
Gosta da blusa toda de paetê e pedras, mas não leva, porque pode machucar a cria.
Ama o vestido longo e leva (vestido longo é o must das mães, fica a dica!).
Não compra nada de tom muito claro. Preto ainda é preto. Emagrece e enaltece. So que evidencia qualquer vomitada de ultima hora.
Sai da loja, então, de uniforme de mãe: jeans, blusa larguinha e sapatilha de oncinha, porque, né, é fofa e tá na moda.
Prende o cabelo, passa um batom clarinho (essencial pra não manchar a roupa das criancas de rosa chiclete), bota a criança no carrinho, pega a outra pela mão (se tiver), pendura a bolsa de bebê gigante no ombro e sai feliz rumo ao parquinho de diversões do shopping levar as crincas pra brincar no escorrega.
#fato... guarda roupa de mae nunca mais sera o mesmo
a nao ser que voce seja a Gisele Bunchen...bebe
O nao desmame
10:00 AM 0 Comments Anthony, crescendo, crescimento, desenvolvimento, mãe, menino
Hoje lendo uns posts antigos sobre amamentacao, e de quando voce (Anthony), foi para o seu primeiro dia na escolinha, me lembrei de quanto tempo pensei no quanto seria difícil deixar de te amamentar, nunca soube exatamente se era por causa da tua adoração por minhas tetas, ou por minha própria dependência de te ter aqui plugado e de te sentir parte de mim dessa maneira tão especial, que sempre foi pra nós dois, a amamentação.
Tenho que admitir que apesar de desfrutar muito de te amamentar por mais de 12 meses seguidos, desde o seu primeiro dia de vida(mesmo nao saindo leite ainda), alguns comentários e a típica pergunta “ainda mama?” já me incomodou bastante.
Mas por outro lado, penso que nunca imaginei que duraria tanto e
talvez, os comentários e a típica pergunta “ainda mama?” me fizeram ter
mais convicção do que realmente era importante pra você e pra mim.
Quando voce foi para o bercario aos 5 meses e meio achei que o processo do desmame começaria sem que nos nos desse conta, por conta de voce ficar la o dia todo sem eu ou melhor sem as tetas rs, mas foi ai que você pensou que “livre demanda” significava mamar toda hora. O processo para acostumar voce na mamadeira comecou uns 20 dias antes de voce ir ao bercario e foi muito trabalhoso, voce chorava, esperneava, eu me esquecia o quanto aquilo estava sendo traumatico e estressante pra voce, e ficava tambem muito estressada. Papai brigou varias vezes com a mamae, para parar de te amamentar, as tias do bercario tambem, amigos, parentes e tantos outro, diziam a mesma coisa: isso nao vira mais nada, nao alimenta, é so stress..Mas alguem ai, sabe exatamente ate quanto tempo o Ministerio da Saude orienta a amamentar os nossos filhos?Voces tem ideia de quanto traz beneficios a amamentacao?
u sou a favor do desmame consciente e natural, ou seja, quando a mãe decide juntamente com o bebê. Os dois sabem exatamente o momento de parar. Sem traumas para ambas as partes. Agora, que a sociedade é muito preconceituosa com a amamentação prolongada, ah, isso é. Cada um escolhe o que é melhor para si, inclusive a amamentação. Pergunto-me porque as mães que amamentam por mais tempo (acima de um ano) são tão crucificadas? Já que o normal e indicado é amamentação até os dois anos ou mais?
Nossa sociedade impõe regras cruéis, e aceitamos isso tranquilamente. Ainda existem profissionais da saúde que dizem que amamentação depois de um ano não serve pra nada, e pior, dizem que faz mal? Como assim??
Estudos e mais estudos científicos estão provando os benefícios da amamentação prolongada, vou citar algum deles (para não ficar extenso):
"O leite materno durante o segundo ano de vida é muito similar ao leite do primeiro ano. No segundo ano de vida, 500 ml de leite materno proporciona à criança: 95% do total de vitamina C necessária (pensem bem, quase a necessidade diária de vitamina C diária, ou seja, mais imunidade para a criança); 45% do total de vitamina A necessária (metade da necessidade diária, visão e imunidade); 38% do total de proteínas necessárias (nutriente essencial para os músculos, e percebam o alto percentual de proteínas em apenas 500ml de leite materno) e 31% de calorias necessárias no dia (energia que dá gosto, kkkkk).”
Os fatores de imunidade do leite materno aumentam em concentração, à medida que o bebê cresce e mama menos. Portanto, crianças maiores continuam a receber os benefícios da imunidade (ou seja, menos doenças).”
Quanto mais tarde se introduzir leite de vaca, e outros alimentos alergênicos, menos probabilidades essas crianças terão de apresentar reações alérgicas.” (para que introduzir o leite de vaca a um bebê, e expor o mesmo a inúmeras reações alérgicas, se a mãe tem o leite próprio e ideal para seu bebê?)
Existem tendências estatisticamente significantes para que a desordem na conduta (da criança) diminua com o aumento da duração da amamentação. Mamar durante a infância ajuda os bebês a fazer uma transição gradual no desenvolvimento da sua personalidade individual e maturidade.”
Amamentar é atender às necessidades de dependência da criança, de acordo com o tempo único da criança. Esta é a chave para ajudar a criança a alcançar a sua independência. As crianças que conquistam a sua independência em seu próprio ritmo são mais seguras dessa independência que as crianças forçadas a isso prematuramente.” (isso contraria tudo o que dizem, não é?)"
...voltando....
Durante o dia (nos finais de semana) eu tenho tentado controlar um pouco as mamadas, sempre quando você pedi eu te oferço outra coisa, e voce esta aprendendo a deixar de associar o “tédio instantâneo” ao mama.
Quando você fica doente, ou cai e se machucava, ou simplesmente acordava a noite um pouco mau humorado e nada te consola, eu ainda recorro ao nosso momento especial, e milagrosamente tudo fica bem e é difícil descrever a importância que tem para mim te colocar no meu peito, cada vez que você estacabisbaixo, febril e manhoso e ver como você reage melhor e eu também, porque me sento uma super mãe com o super poder de te fazer feliz e orgulhosa de ter insistido e acreditado na amamentação prolongada.
Aos 12 meses e 1 mes voce ainda acorda de noite para mamar (com raras excessoes, quando vc embala numa semana e dorme a noite inteirinha), foi difícil no começo ver voce querendo o peito ainda pra adormecer e eu te dar uma mamadeira pra vc capotar, mas pouco a pouco você foi assimilando... Seu pai e eu tambem temos trocado a parte da rotina de dormir que incluía te dar o peito até que você dormisse, por um banhinho bem alegre e divertido e um mama logo depois.
Agora (durante a semana) você só mama uma ou duas vezes por dia. E mesmo assim, meu leite não secou e sua vontade de mamar não acabou. É voce colocar a boca num peito que o outro comeca a vazar (é o milagre de Deus, milagre da vida,milagre da amamentacao).
Sei que quando esse dia "o tal desmame" chegar eu vou me sentir estranha quando disser pela primeira vez “o Anthony já não mama”, talvez porque isso significa muito mais do que simplesmente “já não mama”, significa romper um pouco mais o cordão que nos une, significa que você está crescendo, ganhando sua identidade e independência. Sera o começo de um novo ciclo, se por um lado não posso evitar de sentir uma pontinha de tristeza e de saudades do bebezinho que passava o dia pendurado no meu peito, por outro lado , tenho um orgulho que não cabe no peito da pessoinha que você está formando... festejo o "novo" e a sorte que eu tenho de ser tua mãe.
Te amo! com amor,
Mamãe
Priorizando os papeis
10:30 AM 0 Comments casamento, familia, mãe
Me perguntam com frequência: Como você tem tempo para fazer tudo isso? Como você consegue, depois de trabalhar o dia todo, ainda ter disposição para brincar, cozinha, inventar? Mas você trabalha fora?
Sim, trabalho fora. Trabalho no mundo corporativo que tem toda a sua carga de competição, produtividade e carga horária pesada. E sim, chego em casa com disposição para brincar, para inventar. Como? Priorizo e Delego! Levo como lema a frase de Goethe: "As coisas importantes não devem ficar à mercê das menos importantes". E a coisa mais importante, para mim, é a minha família.
Priorizo os meus papéis onde preciso atuar mais, naquela fase da vida.
Mãe – Não posso ser substituída. É o único papel que não posso delegar. O meu papel na família é definitivo
Esposa – Até posso ser substituída, mas não quero né?
Trabalho – Posso ser substituída, mesmo que eu não queira. O meu papel como profissional é temporário.
Dona de casa – Não quero ser substituída mas posso delegar funções.
Amigos - Não são substituídos. São importantes para mim e eu quero ser importante para eles.
Como já disse, a minha prioridade é a família. O trabalho é importante para minha saúde física, mental e financeira. Eu trabalho para poder dar o melhor de mim (não apenas financeiramente) para a minha família. Mas tenho pela consciência de que essa priorização, muitas vezes, limita a minha carreira. Não me importo que a minha família limite a minha carreira, é uma escolha minha. Ao contrário, me importaria muito se a minha carreira impactasse a minha família. O sucesso para mim anda junto com a felicidade. Quero o meu sucesso profissional até o limite de manter a minha felicidade. Com esse pensamento já abri mão de posições mais altas que me exigiriam maior disponibilidade de tempo, abri mão de mudar de trabalho pois assim estaria mais longe de casa e consumiria mais tempo no trânsito. Escolhas. E eu escolho não confiar minhas filhas aos cuidados de terceiros por mais tempo nem maior frequência.
Como a função de dona de casa pode ser delegada, faço isso. Tenho uma pessoa que me ajuda em casa. Nunca tive problemas em ter babá. Quando as minhas meninas eram bebês, por exemplo, eu sempre dei o banho mas não precisava encher a banheira, esvaziá-la, lavá-la, secar o chão, etc... Sempre tive alguém para me ajudar nas tarefas mais braçais e com isso o disponibilizo meu tempo para fazer o que é mais importante: o contato físico e emocional com as minhas filhas. O tempo que eu estaria arrumando, lavando e passando eu aproveito brincando, cantando, conversando, educando, etc... Faço isso até hoje por acreditar que os momentos de entretenimento são os que mais aproximam a família pois proporcionaram alegria e o verdadeiro prazer de estar juntos. Por exemplo: se eu pensar, durante o meu horário de expediente, em fazer uma brincadeira de reciclagem com as meninas ao chegarmos em casa, ligo e solicito à moça que me ajuda para providenciar o material necessário e deixá-lo separado para mim.
Na hora de delegar, lido com o seguinte pensamento: se eu quero que seja exatamente do meu jeito, faço eu. Sendo assim quando eu delego, eu confio. Um exemplo é o supermercado: o marido é o responsável por essa tarefa e eu não fico fiscalizando se ele fez direito, se comprou o que eu compraria, se arrumou a despensa como eu arrumaria. Com isso ele se sente bem em dividir as tarefas comigo e cada vez faz mais uma coisinha ou outra. (obaaaa, mais tempo disponível para eu me cuidar)
Normalmente fico com o marido depois que as meninas dormem e tiro um dia ou outro para sairmos sozinhos. Isso é possível porque tenho alguém que me ajuda ficando com as minhas filhas. Manter a saúde do relacionamento é importante para a felicidade das crianças e por isso não me sinto culpada em deixá-las com alguém para sair com o meu marido. Estou fazendo isso por elas e por mim. Nesse momento não estou terceirizando o meu papel de mãe, estou contando com uma ajuda para poder desempenhá-lo da melhor maneira possível.
Uma vez ou outra saio com as minhas amigas. Isso me faz bem e reforça a relação do pai com as filhas. É importante eles terem um tempo só deles.
Como pessoa, procuro respeitar os meus limites. Sou totalmente normal e nem sempre tô com esse gás todo né?
Fico cansada algumas vezes? Sim.
Tenho dúvidas? Sim.
Penso em largar o trabalho para ficar mais em casa? Sim.
Algumas vezes acho que estou no caminho errado? Sim.
Aí é hora de reequilibrar as minhas funções, revisar as minhas prioridades em função das necessidades familiares, repensar os meus papéis e principalmente, reavaliar o que nos faz, a mim e a minha família, felizes.
E quando começo a perceber que não tenho tempo para para fazer isso ou aquilo com as minhas filhas e marido, eu repenso: não tenho tempo para não fazer!
Por: Chris Ferreira
Mae de menino
11:17 AM 0 Comments Amor, brinquedos, mãe, menino, para criancas
Um dia sonhei …
Quero ser mãe de um menino!
Que ande de boné pela casa empurrando um carrinho, que trombe nos móveis às risadas, brinque com panelas e todas as coisas que não pode, faça histórias pros seus bonequinhos de plástico…
Quero ser mãe de um garotinho que fique com as bochechas coradas de correr. Que suba em árvores… um moleque bonitinho, que coma fruta do pé e limpe a boca na manga da blusa de moleton, que tome sopa fazendo barulho sem querer. Quero ser mãe de um menino de lindo olhar, que ria escondido, que pregue peças, muitas peças…
Que brinque de vídeo-game e que fique bravo quando perder e quando tiver de tomar bronca, que saia a correr descalço pela casa, que goste de sorvete com chantili. Que seja o primeiro da classe e seja elogiado por isso, e que tb seja o ESPULETA DA SALA!
Que um dia cole na prova de matemática. Quando adolescente, que chore vendo seu time perder ou ganhar, que ganhe sua primeira MOTO, que não escove os dentes para dormir, que queira namorar e sair, que chore no meu ombro a primeira decepção, que peça permissão para chegar mais tarde em casa, que quando HOMEM, se case um dia e que sua esposa tenha a mesma sorte que eu…
Seja mãe de um MENINO!
festa parte III
11:21 AM 0 Comments amigos, aniversario, Anthony, crescimento, desenvolvimento, Dicas, mãe, para criancas
video homenagem, feito por mim
passado no dia da festa
passado no dia da festa
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