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O famoso e tao querido NAO

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Seu filho está fascinado com a palavra "não"? Ele provavelmente acabou de descobrir que tem vontades e desejos e quer exercitar isso, explica Susanne Denham, professora da Universidade George Mason (EUA) e autora do livro "Emotional Development in Young Children" (Desenvolvimento emocional das crianças pequenas).

Essa "fase do não" muitas vezes chega sem aviso, deixando os pais perplexos, e pode desaparecer tão de repente como apareceu. Nesse meio tempo, há algumas maneiras para você lidar com isso.

Ofereça opções

Chega a noite e você diz: "Vamos pôr o pijama?". A resposta inevitável é: "Não!". Dar opções é a melhor maneira de evitar esse tipo de aborrecimento. Deixar seu filho escolher entre duas possibilidades é o suficiente nesta fase, quando ele ainda é pequeno. "Você quer pôr o pijama branco ou o vermelho?" "Quer suco ou leite?" "Hora de escolher! Quer guardar seus bloquinhos de madeira ou seus bichos de pelúcia?".

Essa técnica pode ser usada para tudo, desde o que vestir até na hora de resolver brigas: "Você quer brincar de um jeito legal com o João ou quer brincar sozinho?". "A aplicação dessa estratégia poderá evitar grandes aborrecimentos", garante o pediatra Paulo Sérgio de Barros Ferreira, do Conselho Médico do BabyCenter.

Contar até dez também ajuda crianças indecisas de vez em quando: "Vou contar até dez e você escolhe, ou então eu escolho para você". Seu filho provavelmente vai tomar uma decisão antes mesmo de você sair do "um..." – mas use esta tática com economia, como último recurso, pois ela perde a força se você exagerar.

Lembre também que você sabe mais que seu filho e que praticamente tudo pode ser transformado em opção. Por exemplo, você pode perguntar: "Quer ir embora do parquinho agora ou prefere brincar mais dois minutos e depois ir embora?" De qualquer maneira, ele vai ter de ir embora.

Ensine outras respostas

Muitas vezes os pequenos insistem no "não" porque não conhecem outras palavras. Nesse caso, ajude seu filho a ter mais vocabulário. Você pode fazer isso por meio de brincadeiras: "Qual é o contrário de não?". "O que vem entre o não e o sim?" (talvez, pode ser, ou mais ou menos...) "Qual é um jeito mais simpático de dizer não?" ("não, obrigado").

Você pode fazer com que o "não" seja menos automático preparando o "terreno" com uma pergunta boba: "O que um cachorrinho diria se você perguntasse: 'Cachorrinho, você quer um osso grandão?'". Quando seu filho responder "Sim!", você pode entrar com a pergunta a que queria chegar: "E o que você diria se eu te perguntasse: 'Quer um hambúrguer?'" Com um pouco de sorte, seu filho estará achando tudo engraçado e vai se esquecer de dizer o fatídico "não".

Use o "não" com moderação

Uma criança pode estar com fixação pelo "não" em parte porque ouve isso a todo o momento dos adultos, situação relativamente frequente. Se esse for o seu caso, tente economizar nos "nãos" que fala para o seu filho. Use palavras alternativas sempre que possível. Uma tática é usar frases mais específicas para a situação, como: "Nunca se bate no gatinho", ou "Abaixe a voz, por favor", "Tire a mão daí", "Venha brincar perto de mim".

Seja firme quando necessário

Haverá momentos em que, por mais que você se esforce, será inevitável brigar com seu filho. Se ele parar no meio da rua e se recusar a andar, por exemplo, você vai ter de tirá-lo dali, e rápido, não só por questão de segurança, mas porque, mesmo tendo vontade própria, a criança não pode exercê-la sempre e em todo lugar, pois isso pode causar muita confusão.

Assim, não há problema em dizer ao seu filho, de vez em quando, que aquele não é o momento em que ele pode fazer escolhas. "Não é hora de ficar escolhendo. Sei que você não gosta disso e sinto muito, mas tem de ser assim". E você ainda pode explicar: "Porque eu sou a mamãe (ou o papai) e meu trabalho é cuidar de você. E ponto final".

Desmame

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há pouco mais de tres semanas eu me tornei uma ex-mamifera.
Ja faz um tempo que as mamadas a essa altura so serviam para colocá-lo para dormir. Ai eu notei que ele dormia muito bem sem mim, obrigada. Ele pedia o "lele" (mamadeira) e tudo bem, e comecava a passar um ou dois dias sem amamentacao. Eu sempre via sair leite, mas pra um menino de quase 2 anos de idade, mas a gente sempre acha que nao é o suficiente ne.
Mmesmo vendo esse processo de desmame iminente, quando me perguntavam “ele ainda mama?”, por alguma razão eu respondia que sim, de vez em quando.
Como mamar virou um acessório para o sono, notei que apenas algumas poucas vezes, ao nos prepararmos para dormir, ele pedia o peito (agora ele ja fala peito mesmo), o lele é somente a mamdeira a essa altura do campeonato. Ai passei mesmo a dizer nas poucas vezes que ele pedia que o leite estava na mamadeira.
Entao nossa rotina para dormir tem sido assim: Ele nos chama para dormir por volta das 23h e vai para a nossa cama, pede o lele, fazemos a oracao, ele assisti um pouco de TV e depois a gente fala que esta na hora de fechar os olinhos sem muito trauma.
Agora ele passou a ficar sempre de olho quando eu troco de roupa na frente dele.
De vez em quando ele aponta o meu peito e diz lele, claro que nesse tempo ele ja teve algumas recaidas, mas como eu disse se tornou mesmo um acessorio.
e gracas a Deus, como eu sempre quis e afirmei foi no momento que ele quis parar, e achei uma coisa fofa e aconteceu realmente como eu esperava: de forma muito gradual e natural.

Foram praticamente 1 meses de um desmame lento e nada traumático, mas mesmo assim eu percebi que, na minha cabeça, eu havia idealizado amamentar por mais tempo, mesmo que nunca tivesse verbalizado isso.
Apenas semana passada eu consegui falar com todas as letras que ele realmente des-ma-mou.
mas quando vejo outras crianças da idade dele que ainda mamam me dá um aperto no coração..

to sofrendo, gente. sou só eu ou aconteceu com vocês também?
{lactante por 1ano e 10 meses. in memoriam}



 O que é o desmame?

É o processo pelo qual o bebê deixa de se alimentar através do aleitamento materno e passa a receber todos os nutrientes de que precisa através de outras fontes alimentares.

Algumas mães preferem escolher o momento para parar de amamentar, enquanto outras deixam a decisão nas mãos do bebê. Os especialistas recomendam que o desmame seja feito por vontade da criança, a qual, segundo eles, dará sinais de que está pronta (física e emocionalmente) para deixar de mamar. Quando motivado pela mãe, o desmame requer muita paciência e pode levar algum tempo. Esse tempo varia muito de criança para criança, mas pode se estender de algumas semanas apenas a até seis meses.

Desmamar uma criança não deixa de ser como uma longa despedida cheia de emoções misturadas -- às vezes dolorosas, às vezes liberadoras. O importante é que o desmame não signifique o fim da intimidade que você estabeleceu com seu filho durante o aleitamento. Você só terá que substituí-lo por outras formas de carinho. Se a hora da mamada servia para confortar o bebê, procure ler ou cantar para acalmá-lo.

Quando devo começar o desmame?

Se puder, não estabeleça um calendário fixo para deixar de amamentar. Procure observar se seu filho já dá sinais de que está pronto para isso. Observe se ele demonstra menos interesse pelo peito, se já substituiu algumas mamadas por outros tipos de alimentos ou até se prefere brincar. Você, melhor do que ninguém, saberá julgar.

Como faço para desmamar meu bebê?

Vá devagar. Os especialistas aconselham a não parar de amamentar de repente, porque a experiência pode ser bastante traumática para a criança e nada confortável para você. Passar, por exemplo, um fim de semana longe do seu filho não é uma boa forma de encerrar o aleitamento, já que poderá deixá-la com seios cheios demais e até levar a uma mastite.

Se o bebê não mostra sinais de que está pronto para parar de mamar, o desmame possivelmente será enfrentado com resistência. Tente ser paciente. Lembre-se de que a amamentação não é somente fonte da nutrição da criança, é também de conforto. Tendo isso em mente, o melhor a fazer é ajudar o bebê a se ajustar à nova rotina. Você pode experimentar os seguintes métodos:

Só ofereça o peito quando seu filho demonstrar interesse. Se o bebê estiver distraído na hora da mamada ou se abocanhar o peito por segundos apenas, pode ser que esteja indicando que é um bom momento para parar. Pule uma mamada e veja o que acontece. Dê leite em um copinho ou na mamadeira. Você pode tirar seu próprio leite ou dar uma fórmula infantil (no caso de crianças maiores que 1 ano, o leite de vaca integral também pode ser oferecido). Ao ir perdendo uma mamada por vez, a criança tem tempo para se adaptar às mudanças. Sua produção de leite também vai diminuir gradualmente, sem deixar os seios ingurgitados ou com uma possível mastite (inflamação mamária).

Atrase as mamadas. Tente adiar as mamadas se estiver amamentando só de vez em quando. Quando seu filho pedir o peito, diga que não chegou a hora ainda e procure distraí-lo. Este método funciona bem com crianças um pouco mais velhas, com quem é possível tentar argumentar. Em vez de dar de mamar no começo da noite, espere até a hora de dormir.

birras e mais birras

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Chiliques e acessos de raiva são como chuva de verão -- repentina e, às vezes, violenta. Num minuto você e seu filho estão jantando tranquilamente, e no seguinte ele está chorando, esperneando e gritando porque o canudo do suco não é da cor que ele queria. Crianças entre 1 e 3 anos são especialmente propensas a ter esses "ataques".

Não há por que achar que você está criando um pequeno tirano -- nessa idade, é pouco provável que seu filho esteja tentando ser manipulador. Provavelmente ele está tendo um "surto" por causa de uma frustração, que ele não consegue expressar bem com palavras, porque ainda é muito novinho.

Faça de tudo para não perder a calma você também

Respire fundo. Claro que os ataques de birra dos pequenos não são uma coisa bonita de se ver. Além de chutar, gritar ou socar o chão, seu filho pode jogar coisas, bater ou prender a respiração até ficar roxo. Nessa hora, ele não escutará nenhuma "voz da razão".

Uma tática que pode funcionar é ficar perto do seu filho durante o chilique. Sair da sala ou do quarto e deixá-lo sozinho -- por mais tentador que seja -- pode fazê-lo se sentir abandonado. A tempestade de emoções que tomou conta da criança pode ser assustadora para ela, e ela gostará de saber que há alguém por perto.

Alguns especialistas recomendam carregar a criança no colo, se possível, e dizer-lhe que o abraço é gostoso. Mas outros dizem que é melhor ignorar o chilique até a criança se acalmar, em vez de "recompensar" o comportamento negativo. Você acabará descobrindo o que é melhor para seu filho por meio de tentativa e erro.

Mas, por mais que o chilique dure, não ceda a demandas pouco razoáveis. Bem que dá vontade de fazer isso, para acabar logo com o escândalo, ainda mais quando se está em público. Tente não se preocupar com o que os outros pensam: todo pai e mãe já passaram por isso. Se você ceder, só vai ensinar ao seu filho que espernear é um bom jeito de conseguir o que quer.

Além disso, seu filho já está assustado por estar fora de controle, e a última coisa que ele precisa é sentir que você também está sem controle.

Se a birra aumentar a ponto de ele bater nas pessoas ou nos animais de estimação, jogar coisas ou gritar sem parar, leve-o até um lugar seguro, como o quarto. Explique por que ele está lá ("Você bateu na tia Maria") e deixe-o saber que você ficará com ele até ele parar.

Em um lugar público, prepare-se para ir embora com seu filho até ele se acalmar. Se ele começar a espernear porque o espaguete veio com pedaços de tomate, por exemplo, leve-o para fora do restaurante até ele se acalmar.

Quando a tempestade passar, converse com seu filho sobre o que aconteceu. Diga que você entendeu a frustração dele, e ajude-o a colocar os sentimentos em palavras, dizendo algo como: "Você estava muito bravo porque sua comida não era como você queria".

Deixe-o perceber que, se ele usar palavras para se expressar, vai conseguir resultados melhores. Diga, por exemplo, com um sorriso: "Desculpe por não ter entendido. Agora que você não está mais gritando, consigo saber o que você quer".

Evite situações que favoreçam os ataques de birra

Tente evitar situações que possam levar seu filho a ter um chilique. Por exemplo, se ele é do tipo que fica muito mal-humorado quando está com fome, carregue pequenos lanches. Se ele tem problemas na transição de uma atividade para outra, avise-o com antecedência.

Alerte-o de que vocês estão prestes a jantar ("Nós vamos comer quando você e papai terminarem de ler essa história"), o que lhe dará chance de se preparar.

Nessa fase, seu filho também está às voltas com a independência, então lhe dê a chance de fazer escolhas sempre que possível. Ninguém gosta de receber ordens a todo instante.

Perguntar se ela quer cenoura ou milho, em vez de simplesmente mandá-la comer milho, dá à criança uma sensação de controle da situação. Fique de olho na frequência dos seus "nãos" para ela. Se isso virou rotina, você provavelmente está criando um estresse desnecessário para vocês dois. Tente relaxar um pouco. Pense bem antes de entrar num impasse.

Será que realmente vai atrapalhar muito ficar mais cinco minutos no parquinho? E será que alguém realmente se importa se seu filho quiser usar meias de cores diferentes?

Fique de olho em sinais de estresse

Embora ataques e chiliques diários sejam normais quando a criança tem entre 1 e 3 anos, você precisa ficar de olho em possíveis problemas. Pense se houve algum problema sério na família, uma fase de muita correria na vida de todos, se há tensão entre a mamãe e o papai. Tudo isso pode causar esse tipo de comportamento.

Se seu filho tem mais de 2 anos e meio e continua tendo altos ataques de birra todos os dias, converse com o pediatra. Se a criança for mais nova, mas tiver de três a quatro ataques por dia e não cooperar em nenhuma das atividades diárias, como se vestir ou guardar os brinquedos, também pode ser o caso procurar outro tipo de ajuda.

O pediatra pode verificar se há algum problema físico ou psicológico mais sério e sugerir maneiras de lidar com a situação. Também converse com ele se seu filho fica prendendo a respiração de propósito até ficar roxo (há algumas crianças que chegam a desmaiar), o que pode ser bem assustador. Há algumas indicações científicas de que esse comportamento pode estar ligado à deficiência de ferro.

Cuidados com os dentinhos

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Ensinar bons hábitos para os pequenos desde a infância é fundamental. Cuidar da saúde bucal é uma das melhores lições que os pais podem ensinar aos filhos.
O dentista Dr. Mário Sérgio de Souza explica que os cuidados devem começar logo nos primeiros dias de vida do bebê. A higienização é feita com gazes umedecidas com soro fisiológico e, suavemente, passa-se na gengiva do bebê. Além de higienizar a boca, isso proporciona o equilíbrio da flora bucal e ajuda na dentição do pequeno, diminuindo os riscos de descalcificação e consequentemente problemas com cárie.
“É comprovado que a higienização desde cedo estimula a criança a sentir prazer em praticar uma boa escovação, tendo consequências positivas para o hábito saudável futuro” afirma o Dr. Mário Sérgio de Souza.
A escovação deve ser feita com paciência, e os pais devem aproveitar esse momento para brincar com o filho. “É muito importante fazer desse momento, um clima de diversão. Conte histórias ao escovar os dentes dos seus filhos, e tente criar personagens envolvendo a escova e a pasta de dente como sendo figuras do bem, contra a bactéria como protagonista do mal” esclarece o dentista.
A escolha da escova é fundamental. Adultos e crianças precisam fazer o uso das escovas macias, que não prejudicam a gengiva e dão maior mobilidade na hora da escovação. Elas devem ser trocadas a cada dois meses e guardadas em local adequado, livre das bactérias. “O cuidado se inicia em guardar e manter a escova protegida de bactérias que podem ser encontradas no banheiro. Ela não deve ficar exposta nesse ambiente (em cima da pia ou dentro do box) pois ocorre uma superexposição de fungos, que pode contaminar as cedas da escova úmidas, se tornando um local propício para o desenvolvimento da bactéria” assegura Mário Sérgio de Souza. Ela deve ser guardada em um local fechado e com proteção (pequenos estojos) que protejam as cerdas da escova.
A prevenção para doenças bucais também é muito importante na fase da gestação. A mamãe precisa fazer uma escovação correta para não prejudicar o bebê, que pode nascer prematuro ou abaixo do peso por conta de problema periodontal.
A saúde começa pela boca. Por isso é fundamental incentivar a criança desde cedo à prática saudável da higienização bucal. Os pais nunca podem traumatizar os filhos dizendo: “se você não escovar os dentes, vou levá-la ao dentista”. Isso faz a criança criar uma barreira negativa com o profissional e acaba fazendo com que ela escove os dentes por obrigação e medo de ir ao consultório.

Amamentação: 10 mitos e verdades

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Amamentação é um dos maiores atos de amor de mãe para filho. É uma ligação única, início de um grande vínculo maternal. Além de ser a melhor e a mais completa alimentação para o bebê, é um ato natural e fisiológico.
O leite materno é a alimentação ideal para o bebê, e amamentar a criança até os seis meses de idade está entre as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Depois disso, a mamãe pode complementar a amamentação com outros alimentos e mantê-la  até os dois anos de idade do filho.
Esse assunto é pauta de vários questionamentos no universo feminino. A amamentação está rodeada de mitos e verdades que deixam muitas mães de primeira viagem, confusas sobre o que fazer. Diante dessa questão, conversamos com a especialista da Sociedade Brasileira de Pediatra Dra. Raquel Quiles que esclarece alguns mitos e verdades sobre a amamentação.
1 – Mamadeira e chupeta interferem no aleitamento?
Sim, os bicos de chupetas e mamadeiras aumentam o risco de desmame, principalmente se dados precocemente (nos primeiros meses de amamentação), porque o jeito da sucção ao seio é completamente diferente da sucção neles. Pode ocorrer de o bebê rejeitar o seio materno por ter se acostumado a outro bico, apesar da mãe ter bastante leite. Mesmo depois do desmame a recomendação é que não se utilizem chupetas e mamadeiras, pois esses produtos prejudicam o desenvolvimento da arcada dentária e o processo de deglutição, assim sendo, conforme a criança for largando o seio materno, pode fazer a transição com um copo com bico.
2 – Prótese de silicone prejudica a qualidade do leite?
Com as técnicas atuais de colocação de próteses mamárias, geralmente não, mas dependendo da técnica pode atrapalhar a amamentação por interferir na quantidade e na saída/retirada do leite, mas não na qualidade dele.
3 – E mamoplastia redutora? (redução das mamas)
Pode atrapalhar a amamentação por interferir na quantidade e na saída/retirada do leite.
 4 – Canjica e cerveja preta estimulam a produção do leite?
A mãe que está amamentando deve tomar bastante líquidos (pelo menos 1 litro por dia), para garantir uma boa produção de leite. Não há comprovação científica de que determinados líquidos possam aumentar o leite, então, a mãe pode ingerir o que mais gostar ou preferir. Alcoólicos são contra-indicados durante a amamentação, assim como o tabagismo, porque podem passar para o leite substâncias prejudiciais.
5 – O leite materno pode ser congelado?
Sim, pode. O frasco de leite ordenhado deve ser imediatamente guardado na geladeira, no congelador ou no freezer. O leite cru (não pasteurizado) pode ser conservado em geladeira por até 12 horas, e nofreezer ou no congelador por até 15 dias.
6 – Estresse faz o leite secar?
Pode fazer, pois é um estímulo negativo à amamentação: o medo, a dor, o stress, são fatores que aumentam a adrenalina no sangue materno e esta faz com que se diminua e estímulo para produção do leite materno.
7 – A alimentação da mãe reflete no leite?
A mulher que amamenta deve beber bastante líquidos ao longo do dia e se alimentar bem. A qualidade da alimentação materna deve visar a sua saúde e o seu bem estar, sendo o leite materno, consequência. O leite materno apresenta composição semelhante para todas as mulheres do mundo, apesar das surpreendentes diferenças alimentares entre elas, apenas as com desnutrição grave têm seu leite afetado em quantidade e qualidade. É claro que os exageros devem ser evitados, bem como as bebidas alcoólicas e o tabagismo.
8 – Existe uma posição ideal para amamentar?
Para uma boa e eficiente amamentação deve haver uma boa “pega” do bebê ao seio materno e para isso, uma posição confortável e relaxada da mãe. O bebê deve estar com roupas adequadas, de preferência com braços e pernas livres, com corpo voltado para a mãe e cabeça alinhada com o corpo. As mamas devem estar expostas e a mãe deve segurar a mama em forma de “C” (dedo polegar na parte superior e os outros 4 dedos na inferior) com cuidado para deixar a aréola livre e para não fazer forma de “tesoura”. Existem sinais para verificarmos se houve uma boa “pega”:
- A aréola foi em grande parte ou, quase toda, abocanhada (não deixar o bebê pegar só o mamilo, pois machuca o seio materno e não sai leite! O leite está “guardado” na aréola)
- O queixo do bebê está tocando o seio
- A boca do bebê está bem aberta e seu lábio inferior está voltado para fora
- A aréola está mais visível acima da boca do que a baixo
 9 – Quando a mãe produz muito leite e quer doar pode interferir na amamentação do filho?
Não, o estímulo principal para produção de leite é a sua saída ou retirada, se está sobrando, a tendência é que se continue produzindo abundantemente. Inclusive, a retirada do leite pode ajudar a melhorar o desconforto de mamas muito ingurgitadas e facilitar a pega do filho ao seio.
10 – Pegar sol nos seios é benéfico à saúde?
O tratamento para acelerar a cicatrização de lesões mamilares com banho de sol, atualmente não tem sido mais recomendado, pois sabemos hoje em dia que a manutenção da hidratação dos tecidos machucados é importante para uma melhor recuperação, podendo-se passar o próprio leite materno em fissuras que, por ventura, tenham ocorrido. Mas neste caso é importante verificar a pega do bebê ao seio materno, que se adequada, não deve machucar a mãe. É preciso cautela na recomendação de cremes, óleos ou loções, pois eles podem causar alergias, ou ainda, afetar a amamentação.

Primeiro corte de cabelo

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Muitos pais ficam na dúvida sobre qual é o momento certo para cortar pela primeira vez o cabelo de seu bebê.

É a partir dos seis meses de idade que a franja pode começar a cobrir os olhos e eis que chega a hora.

Na maioria dos casos, eles acabam adiando este momento por medo de que a experiência se torne desastrosa e acabe em choradeira. Enquanto algumas crianças não ligam nem um pouco, outras ficam em choque quando veem a tesoura e abrem o berreiro.

Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital São Luiz e criador do portal Pediatria em Foco, esclarece os pontos fundamentais para curtir essa experiência com tranquilidade.

Programe-se:
Se seu filho puder fazer o corte no mesmo salão que você ou o pai, vale agendar para o mesmo dia. Assim seu filho pode ir se acostumando com a ideia.

Vá com calma:
Reserve uma manhã inteirinha para o programa, se possível. Chegue com antecedência para o bebê ter tempo de brincar e se acostumar com o lugar antes de ver a tesoura.

"Se a preocupação com o corte também existe vale procurar um salão especializado em cortes infantis. Nesses estabelecimentos geralmente tudo está preparado para recebê-los. Alguns têm músicas e dvd’s de personagens infantis, cadeiras coloridas, brinquedos e profissionais treinados", sugere dr. Marcelo.


Vamos desmistificar alguns dos mais famosos:

Cortar o cabelo do bebê fortalece os fios?

Sim. O fio do cabelo do bebê é fraco, e a ponta acaba se deteriorando. Cortando, ao menos as pontas, você fortalece todo o cabelo desde a raiz.
Lavar o cabelo todo dia não é prejudicial?
Não há problema algum em lavar os cabelos todo o dia, o que não aconselhamos é dormir com o cabelo molhado.

Cortar o cabelo em agosto, no mês do “cachorro louco”, faz florecer as pontas do cabelo?

Ok, esta é antiga! Mas não é verdade.
Tirar as pontinhas do cabelo do bebê faz com que ele perca os cachinhos?
Ao contrário! Cortar as pontas do cabelo do bebê é importante para estimular o crescimento de fios fortes e saudáveis. Existem cortes que estimulam a formação dos
cachinhos.

Outra dúvida: Como lidar com as falhas e os nós que se formam no cabelo dos bebês a partir do primeiro mês de vida?

Primeiro, não tente desfazê-lo com o pente, pois isso arrancará os fios muitas vezes com a raíz, causando desconforto e dor ao seu bebê! A solução para isso é levá-lo até um profissional e cortar as pontas para estimular o crescimento forte e saudável dos fios. Para resolver as falhas, basta cortar de forma que o comprimento de todo cabelo fique igual.


O cabelo do Anthony é muito fininho e comecou a incomodar a franja primeiro ai eu passei a tesoura pla primeira vez, mas ficou tudo torto, uma porque ele nao parava e outra porque fiquei com medo, se bem que quem comecou o servico foi a titia De e eu so acertei depois quando ele dormiu.
Agora que o calor chegou nao teve jeito e resolvemos cortar o cabelinho mesmo

 Nao fomos em nenhum salão especializado. Fomos no barbeiro da familia mesmo, que corta ali perto de casa. Sim foi a maior choradeira como ja previamos e o papai teve que coloca-los no colo para o rapaz fazer o servico como um The flash para evitar o stress.


segue as fotos





 

Crianca no supermercado

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As crianças sabem que irritam os seus pais quando gritam e se esperneiam. Por isso, usam essa tática quando querem algo, principalmente em locais públicos. Enquanto isso, os pais envergonhados acabam cedendo ao que o filho quer. No entanto, esse não é o método correto de se educar uma criança. Para tanto, saiba como fazer que seu filho se comporte no supermercado.
O mais importante deve acontecer antes da ida ao supermercado,  ou seja, no dia a dia. A criança  tem de aprender a ouvir um “não” , portanto, você tem de ser muito firme nas suas decisões. Logo, explique-lhe que você não pode comprar tudo o que ele quer, a não ser que seja uma data especial como aniversário ou Natal. Sendo assim, quando ele começar a chorar e a gritar em casa, não lhe dê ouvidos. Deixe que ele fique assim até a raiva passar. Dessa forma, ele aprenderá que chorar e espernear não fará ter o desejo atendido, pelo contrário, terá apenas a sua indiferença.
Mantenha a criança sempre no carrinho para que ela não saia por entre as prateleiras pegando tudo o que encontrar ou bagunçando o supermercado.
A gente sempre levou o Anthony ao supermercado desde nenem, e sempre o mantivemos no carrinho, principamente agora que ele anda. 

8 atitudes para ser um bom pai

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O passar do tempo – e o movimento feminista iniciado na década de 1970 – trouxeram algumas mudanças no papel do pai. Os brasileiros que seguem o modelo dos “pais suecos”, por exemplo, provam que a criação dos filhos só pela mãe já não é mais absoluta. Mas, assim como a maternidade, a paternidade também tem suas características de adequação.

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“Ainda temos resquícios de uma educação que nos ensinou que a responsável pelos filhos é a mãe”, diz a terapeuta familiar Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Mas, aos poucos, eles começam a deixar o papel de provedor exclusivo para serem participantes ativos na vida das crianças. “O termômetro é a reunião de pais e mestres nas escolas. Já existe uma participação muito maior dos pais hoje em dia”.
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A educadora Cris Poli, também conhecida como a “Supernanny” brasileira e autora do livro “Pais Responsáveis Educam Juntos” (Mundo Cristão), concorda com a importância da participação dos pais na vida das crianças. Ela ressalta que, assim como não existe uma mãe ideal, tampouco existe um modelo de pai. Mas algumas dicas podem ajudar.

1. Participe ativamente – e com frequência

Participar só quando chega o boletim da escola não vale: é preciso se aproximar do cotidiano da criança. “O pai deve participar como quem vai dar o limite, quem vai estimular e elogiar, quem vai acompanhar a criança”, diz Quézia Bombonatto. Segundo ela, cinco minutos por dia já podem ser muito importantes para o desenvolvimento da relação de ambos. Mas não adianta pegar apenas um dia do mês e, de alguma forma, tentar “tirar o atraso”. A proximidade se constrói aos poucos e é importante para a criança sentir que pode confiar no pai e que está sendo valorizada. “É preciso, por exemplo, acompanhar o que está acontecendo na escola, e não somente perguntar quais notas ela tirou”. Transformar estes momentos em significado para a criança já é um bom começo.

2. Não confunda atenção afetiva com atenção material

Ao testemunhar um mau comportamento dos filhos, muitos pais se queixam dizendo “Mas não está faltando nada para ele”. Não está faltando nada mesmo? Carinho não pode ser trocado por presentes. “A presença é muito importante”, diz Quézia. Se envolver com os filhos não se resume a levar um chocolate no final do dia, ao voltar do trabalho.

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3. Seja carinhoso

Muitos pais confundem masculinidade com falta de afeto e evitam beijar e abraçar a criança. Essa falta não pode ser excessiva: o pai pode e deve mostrar o amor que sente pelo filho. Segundo Cris Poli, é preciso haver uma interação física com a criança também durante as brincadeiras. Às vezes o pai prefere não brincar de boneca com as filhas, por exemplo, por ficar constrangido, mas é preciso se adaptar. E fazer brincadeiras com interação mais pessoal – ficar somente no computador e no videogame não é uma solução. A criança precisa de afeto.

4. Não seja autoritário, mas tenha autoridade

Muitos homens confundem autoritarismo com masculinidade e se tornam pais que se impõe por meio do berro e da ameaça. Para o psicanalista Rubens de Aguiar Maciel, especialista em desenvolvimento humano e paternidade, os pais devem evitar a imposição de regra pela regra. “É muito prejudicial as crianças serem obrigadas a fazer isso ou aquilo porque o pai mandou, sem que haja alguma explicação maior”, diz. A autoridade fica superficial, pois aquela ordem não faz nenhum sentido para a criança.
Para Cris Poli, pais com perfil autoritário impedem a criança de expressar sentimentos e pensamentos com facilidade, pois ela não se sente respeitada. “Se um pai é autoritário e se impõe pela força e pelo medo, acaba inibindo a criança. Ela pode crescer mais tímida e introvertida, com dificuldade para se expressar”, diz. Limites devem ser construídos – e não impostos.

5. Não seja excessivamente permissivo

Na contramão dos pais autoritários estão os pais permissivos. Embora afetuosos, eles não se dispõem a estabelecer limites para os filhos. E terminam sendo ausentes. Segundo Cris Poli, os pais demasiadamente permissivos deixam de se posicionar e preferem deixar o filho fazer tudo o que quer. “É aquele pai que costuma dizer: ‘vê com a sua mãe’ e nunca toma as decisões”, diz a “Supernanny”.

6. Se posicione como pai

Para Cris Poli, o erro mais recorrente dos pais é não tomar uma postura em relação à educação dos filhos. “A ausência, a falta de posicionamento e de autoridade são uma carência muito forte”, diz ela. Essa regra vale não só para a hora de tomar decisões, mas também para os afazeres miúdos e os cuidados do dia a dia, como o banho, a comida e as brincadeiras. Até porque as modalidades de diversão e aprendizagem da mãe costumam ser diferentes da do pai. “O lúdico é importante e deve vir dos dois”, defende Quézia.

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7. Exija seu espaço

De acordo com a psicóloga Camila Guedes Henn, do Núcleo de Infância e Família (NUDIF) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a mãe também deve dar espaço para a entrada do pai na vida dos filhos. “Às vezes elas não acreditam muito na capacidade do pai de cuidar da criança, e é algo que não pode acontecer”, diz. A figura masculina também é importante e deve atuar em colaboração com a mãe, trocando opiniões sem que um desautorize o outro.


8. Seja um bom cidadão

Um bom pai é também um bom marido e um bom cidadão. De acordo com o psicanalista Rubens de Aguiar Maciel, todo o ambiente ao redor da criança influencia na formação dela e a figura do pai também conta. Para os filhos crescerem da melhor maneira possível, portanto, os pais devem ser maduros emocionalmente. “O homem e a mulher precisam saber quais são os próprios valores diante de uma sociedade que muitas vezes os leva a conhecer pouco sobre si mesmos e a serem competitivos e consumistas”, resume ele. “Para ser um bom pai é preciso procurar, antes, ser um bom ser humano”, completa.

A sala de quem tem um filho pequeno, vira tudo inclusive um mini oficina




Dia da infancia

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ah como é bom ser criança

O Dia da infância, ao contrário do Dia Mundial da Criança, tem o propósito de refletir sobre as condições sociais, econômicas e educacionais em que as crianças vivem no mundo inteiro.
Todas as crianças têm direitos básicos, tais como alimentação, educação, saúde, lazer, liberdade e ambiente familiar e de sociedade. Devem também ser protegidas da discriminação, exploração, violência e negligência, como está patente na Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Neste dia pense e faça algo pelos pequenos, especialmente pelos mais carenciados. Incentive o seu filho ou educando a fazer algo pelo colega da escola que está a passar por alguma dificuldade. Contribua para que cada criança tenha uma vida feliz e um dia mais sorridente.

Comendo jabuticaba

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Fruto da jabuticabeira, uma árvore nativa do Brasil, que possui flores brancas e frutos globosos e comestíveis.
Na jabuticaba encontram-se vitaminas C e do complexo B.
A fruta tem casca roxa e polpa suculenta.
Tem um doce sabor que agrada a maioria dos paladares, principalmente das crianças.
Em cada 100 gramas do alimento, cerca de 20 frutinhas há aproximadamente 40 calorias, podendo ser consumido por quem está de dieta.
Na casca da jabuticaba estão presentes substâncias antioxidantes responsáveis por combater os radicais livres do organismo, e consequentemente os problemas relacionados a eles como envelhecimento precoce, doenças degenerativas e câncer e ajuda a diminuir o risco de infarto.
Na hora da compra é importante dar preferência ás jabuticabas mais firmes e brilhantes, sem rachaduras, sendo que o ideal é ingeri-las no mesmo dia ou em até dois ou três dias depois, mantendo-as na geladeira.
Não se deve comer o caroço da fruta pois o organismo não digere essa parte do alimento
Crianças, idosos e mulheres grávidas precisam ter mais cautela pois são mais sensíveis
Como todo e qualquer alimento a jabuticaba deve ser consumida com moderação pois o excesso pode ser contraproducente acarretando complicações á saúde.






Muito carinho

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O pediatra Dioclecio Campos Junior, professor da Faculdade de Ciências da Saúde, do Departamento de Pediatria da UnB, mostrou resultados de experiências com animais que revelam que os filhotes que não foram lambidos pelas mães, maneira de demonstrar afeto, sofreram mudanças no cérebro e, depois, quando tiveram seus filhotes também não os lamberam. "O vínculo afetivo é decisivo para moldar o comportamento ao longo do desenvolvimento", disse em sua palestra no 69º Curso Nestlé de Atualização Pediátrica.
O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender.
Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança è exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.
Entao vamos encher nossas crias de muito carinho e deixa-los bem felizes pra nos ficarmos felizes tambem. Eu sei, entendo e ja passei por isso as vezes da vontade sair correndo, vontade de gritar, mas temos que pensar que o tempo passa tao rapido e que daqui apouco eles nao vao mais querer nosso abraco, pois tambem tera suas coisas pra cuidar e sera corrido e teremos saudade, principalmente se nao aproveitarmos agora.
Faça qualquer momento um momento inesquecivel, valer muito a pena.








Hora do mamaço

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Em comemoração a Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), todas as mães e bebês estão convocados para se unir à este movimento nacional e mundial.

A ideia é amamentar nossos filhos exatamente no mesmo horário e registrar esse momento. Use sua criatividade e espontaneidade para mostrar onde está amamentando: pode evidenciar a sua cidade, um ponto turístico, a intimidade deste momento...

A intenção é criar um vídeo com todas as fotos para ser veiculado nas mídias sociais e assim, mostrar que somos mães
que acreditamos na importância do ato como benefício insubstituível para os nossos bebês!

Então, queremos contar com todas as mães da comunidade e da blogosfera materna para fazer este evento algo muito significativo.


Então, no dia 04 de Agosto, às 14hs, todas as mães e seus bebês praticando o ato mais amoroso do mundo: a amamentação!
aqui em Ribeirao o encontro sera no Curupira e todas as mamaes estao convidadas. 

Bebe amamentado

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Como oferecer novos alimentos a crinça

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Todos nós temos um mecanismo natural chamado “neofobia”, que basicamente quer dizer “medo do novo”… É comum sermos mais cuidadosos em situações que são desconhecidas para nós, na verdade somos assim no nosso dia a dia, sem perceber. Quer um exemplo?
Você não entra no chuveiro sem antes colocar a mão para sentir a temperatura da água, certo? Ou quando está em um lugar com uma piscina, não pula com toda vontade sem ao menos saber se a água está gelada!
Os bebês têm esse instinto ainda mais aguçado, motivo pelo qual a introdução da alimentação complementar às vezes é difícil! É tudo novo para ele, cheiros, sabores, cores e formas. Algumas dicas vão ajudá-la a fazer seu filho ser “um bom garfo”!
Comece desde a lactação! Estudos mostram que as crianças que foram amamentadas exclusivamente e por mais tempo, aceitaram com mais facilidade novos alimentos. Isso porque o leite materno tende a ter sabor e aroma de alguns alimentos contidos na dieta da mãe, o que deixa o “padrão sensorial” do bebê “acostumado” a esses sabores. Esse mesmo estudo mostrou que a criança permanecia mais tempo no seio da mãe, mamando, quando ela consumia alho e baunilha. Em contrapartida, a mamada diminuía quando a mãe ingeria bebida alcoólica.
A criança precisa ser exposta, em média, de 8 a 10 vezes ao mesmo alimento para que seja aceito, portanto não desanime!
Deixe o seu filho tocar, cheirar, brincar e olhar o alimento. Esse “ritual” faz parte do reconhecimento.
Pratos coloridos são atrativos para tomo mundo! Então nada de monotonia de cores e nem de alimentos!
Em geral, os alimentos preferidos pela criança são os de sabor doce e com muitas calorias. Mas isso acontece porque esse sabor é inato do ser humano. É necessário que a criança passe pelo processo de aprendizagem para aceitar os demais sabores, como salgado!
Não force a criança a comer, evite qualquer tipo de punição e chantagem. Essas atitudes acabam criando uma relação negativa entre a criança e a comida. Da mesma maneira, não ofereça alimentos como recompensa e consolação.
A alimentação complementar no primeiro ano de vida deve ser oferecida sem rigidez de horário.
Parece bobagem, mas as crianças tendem a observar a reação e atitudes de seus pais, então evite fazer caras feias ou comentários negativos em relação ao alimento.
Por fim, a criança também tem um mecanismo chamado “auto-regulação energética”, ou seja, ela é capaz de ingerir a quantidade necessária de alimentos para o seu organismo. Quando insistimos para que o filho coma mais, acabamos interferindo nessa capacidade de regulação.
Se ficar insegura lembre-se: seu pediatra falou que o bebê está com crescimento adequado e esperado para o período? Então está tudo certo! Mas não confunda: medo do novo com saciedade! Respeite a fome da criança, mas apresente diversas vezes o mesmo alimento!

Os 10 "mãedamentos"

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Filhos

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Um dia resolvemos encarar nossos medos e embarcamos junto com o companheiro na montanha russa da maternidade, sem saber pra onde os trilhos iam nos levar, onde estariam os loopings, onde estariam as retas, onde estaria o fim e se ia dar vontade de ir mais uma vez.

A gravidez porém, apesar de ser um tempo absolutamente necessário pra que a gente possa se preparar pra tudo o que vem pela frente, nã
o nos prepara pra nada.

Não foi no dia do parto, nem no dia seguinte também que eu me tornei mãe. Na verdade, depois de algum tempo nos damos conta de que não é a nossa vida que tinha mudado completamente. Era eu, era minha essência que havia sofrido uma transformação profunda e definitiva.

Sou mãe.

E isso quer dizer que sou forte. Isso quer dizer que sou bicho. Isso quer dizer que sou mulher e que estou ouvindo os gritos da minha alma de mãe, de meu instinto maternal, de minha mãe, de minha avó, minhas tias e de todas as mulheres que me precederam neste ciclo perfeito da vida. Eu dei a luz. Eu dei vida.

Nunca mais serei a mesma. Ao mesmo tempo que sou mais sensível, sou mais forte. Ao mesmo tempo que estou mais cansada, tenho mais disposição do que jamais tive. Ao mesmo tempo em que me preocupo, sou prática e racional para buscar soluções e tomar decisões essenciais. O que antes era um grande problema, que demandava tempo, sofrimento, raciocínio e muito drama, agora mal existe.

Todos os meus medos, com exceção do de perder um filho, foram embora.

Minha mãe nunca soube de tudo. Hoje eu sei que ela muitas vezes fingiu saber. Tinha dúvidas, inseguranças, incertezas, mas nunca deixou transparecer. Mais tarde, na adolescência, foi sincera e muitas vezes me olhou nos olhos e disse: “eu não sei, filha, eu não sei”, mas na infância não, ela sempre me fez sentir segura, protegida. Para um filho, a gente é forte, a gente engole o choro, a gente quer mostrar o mundo de um jeito bonito, mesmo que às vezes uma guerra esteja acontecendo dentro do coração. Para um filho, a gente dá a própria vida.

E as outras mães, que eu tanto julgava... Só não peço perdão a cada uma delas por que sei que não é preciso. Quando nos tornamos mães nos redimimos dessa falha, passamos de predador à presa. Mal sabia o quanto eu mesma seria julgada, como sentiria à flor da pele tantas pessoas apontando meus erros, logo eu, que não me permitia errar. Mas é a ordem natural das coisas. Todos julgam uma mãe. Todos têm opiniões muito fortes sobre a criação de nossos filhos, sobre nossas escolhas e nossas decisões.

Não importa o que uma mãe faça, sempre será questionada, sempre será criticada, e ai dela se der ouvidos. Acabará num beco sem saída, num mar de conselhos inúteis, de simpatias imbecis, remédios caseiros e infelicidade. Por que ninguém, NINGUÉM sabe o que é melhor para um filho do que a sua própria mãe. Os erros, os acertos, todos vêm do coração, e no final das contas, é isso que fica.

E como eu sou feliz de sentir a força dessa mulher!

Como sou feliz por ter tomado essa decisão. Por ter encarado o desafio, vencido o medo da montanha russa. Como sou grata à minha pequena, por me ensinar tanto sobre mim mesma, por me mostrar que sou muito mais capaz do que jamais imaginei.

Ter filho é sim, difícil. Mas vale a pena.

Filhos, filhos, pra mim, é melhor tê-los.

Segurança dos seus filhos em casa

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Como melhorar a segurança dos seus filhos em casa? 

Noventa por cento dos casos de acidentes podem ser evitados com atitudes de prevenção

Quando se trata de crianças, a máxima “todo cuidado é pouco” é mais do que coerente. Dentro de casa, o que para um adulto pode ser apenas um móvel ou uma atividade rotineira, com uma criança por perto, pode se tornar uma verdadeira armadilha.
Agora que o Anthony comecou a andar sem parar, a gente ja vai tomando ainda mais cuidados, e um deles foi providenciar um portaozinho para que ele NAO desca as escadas.
Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 5 mil crianças, de 1 a 14 anos, morrem por ano por causa de acidentes. Ainda segundo Ministério, os estudos mostram que 90% dos casos poderiam ser evitados com prevenção. Para evitar os acidentes domésticos e deixar a casa mais segura para os pequenos é primordial tomar algumas atitudes.

 Segundo a pediatra, Cláudia Renata L. Silva, a cozinha é o lugar mais perigoso da casa. Por isso os aparelhos elétricos devem ser mantidos longe do alcance das crianças e elas nunca devem manuseá-los sozinhas. Enquanto cozinhar, tente mantê-las longe e também coloque os cabos das panelas virados para a parte de dentro do fogão. Prefira um fogão com válvulas de gás com dispositivo de segurança. Isso evitará que a criança mexa nele e deixe o gás vazar.
Facas e utensílios pontudos podem ser colocados em gavetas altas para dificultar o acesso. Na mesa, deve-se tomar cuidado com as toalhas. “Se uma criança puxa a toalha, tudo que tem em cima da mesa vai cair nela, e os alimentos quentes podem causar queimaduras de até 3º grau”, explica a médica.
Em um ambiente com escada é imprescindível o corrimão, além de um piso adequando para prevenir escorregões. Evite o uso de tapetes nesses locais. Todas as tomadas não utilizadas da casa devem ser lacradas com fitas ou tampas de segurança. Isso evitará que os pequenos coloquem os dedinhos nos buracos das tomadas. Apartamentos ou casas com mais de um andar devem ter telas de proteção nas janelas, além de travas que só podem ser acionadas por um adulto.
Já na área de serviço a preocupação deve ser com os produtos de limpeza. Procure utilizar produtos não inflamáveis e mantenha todos em um local seguro, longe do alcance das crianças e, de preferência, trancados. Nunca reutilize embalagens de refrigerante ou de comida para armazenar produtos de limpeza.

Em todo canto, em todo lugar

Na hora do banho as crianças devem ser supervisionadas. O banheiro pode oferecer muitos riscos de uma só vez, como um piso molhado escorregadio e um aparelho elétrico ligado. Mantenha os remédios em armários trancados e fora do alcance dos pequenos. Evite deixar aparelhos como barbeadores elétricos e secadores ligados na tomada e guarde-os em um local seguro.
Se no seu banheiro tiver uma banheira ou você utilizar banheiras e baldes de plásticos nunca deixe os bebês sozinhos durante o banho e esvazie os recipientes assim que utilizá-los. Se tiver piscina, mesmo que de plástico e pequena, não as deixe destampadas e evite que as crianças tenham acesso à elas se estiverem sozinhas.
Os móveis de casa podem oferecer risco às crianças se tiverem quinas em lugares de passagem ou de circulação. Para evitar os acidentes use protetores específicos. No quarto, é preciso observar os brinquedos das crianças. Verifique se eles soltam pequenas peças que poderão ser engolidas e se o brinquedo possuí o selo do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) que certifica os testes quanto aos riscos que podem oferecer à criança.

Gravidez: Perguntas e Respostas

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sabe aqueles dias em que você simplesmente cansa de dar explicações a pessoas que não valem a pena. Futricando na internet achei um texto sagaz, especialmente para as grávidas e grávidos. com vocês:

GRAVIDEZ: PERGUNTAS E RESPOSTAS

1) eu deveria ter um bebê após os 35?
não, 35 crianças ja são suficientes.
2)  estou grávida de dois meses. quando meu bebê vai se mexer?
com alguma sorte, depois que ele terminar a faculdade.
3) qual é o método mais confiável para determinar o sexo do bebê?
o parto.
4) minha esposa está grávida de cinco meses e está tão temperamental que às vezes ela parece um ser irracional.
qual é mesma a pergunta?
5) minha doula diz que não vou sentir dor no parto e sim pressão. ela está certa?  
sim, da mesma maneira que um tornado pode ser chamado de uma corrente de ar.
6) quando é o melhor momento para tomar a epidural?
depois você descobre que está grávida.
7) há alguma razão para eu estar na sala de parto com a minha esposa?
não. a menos que a pensão alimentícia não signifique nada para você.
8 ) existe alguma coisa que eu deveria evitar enquanto me recupero do parto?
sim. ficar grávida.
9) você acha que eu deva fazer chá de bebê?
espere ele nascer primeiro, depois pode fever a água.
10) nosso bebê nasceu semana passada. quando minha mulher vai começar a se sentir e agir normalmente?
quando as crianças forem para a faculdade.
bom final de semana! :)