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Feliz dia das maes
2:29 PM 0 Comments mae
O teu amor me gera confiança
Me leva sempre ser tua criança
Me confortando nos teus braços
E hoje ainda ouço as tuas falas
As paredes da minha vida até sabem
Palavras fortes que só vem de ti, oh mãe
Muitas vitórias são os frutos de sua oração
A sua torcida é bem maior que uma nação
Ninguém consegue dar o que teus braços me cederam
Um amor maior que minha gratidão
Me sinto num jardim
Guardado no seu peito
Teu amor de mãe protege o meu coração
Às vezes sem querer percebo no seu jeito de ser
Um cuidado mais que especial
Um jeito de amar tão sem igual
feliz dia das maes a todas voces guerreiras!
Muito carinho
2:29 PM 0 Comments Amor, Anthony, Dicas, mae, mãe, papo de mae
O pediatra Dioclecio Campos Junior, professor da Faculdade de Ciências
da Saúde, do Departamento de Pediatria da UnB, mostrou resultados de
experiências com animais que revelam que os filhotes que não foram
lambidos pelas mães, maneira de demonstrar afeto, sofreram mudanças no
cérebro e, depois, quando tiveram seus filhotes também não os lamberam.
"O vínculo afetivo é decisivo para moldar o comportamento ao longo do
desenvolvimento", disse em sua palestra no 69º Curso Nestlé de
Atualização Pediátrica.
O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender.
Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança è exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.
Entao vamos encher nossas crias de muito carinho e deixa-los bem felizes pra nos ficarmos felizes tambem. Eu sei, entendo e ja passei por isso as vezes da vontade sair correndo, vontade de gritar, mas temos que pensar que o tempo passa tao rapido e que daqui apouco eles nao vao mais querer nosso abraco, pois tambem tera suas coisas pra cuidar e sera corrido e teremos saudade, principalmente se nao aproveitarmos agora.
Faça qualquer momento um momento inesquecivel, valer muito a pena.
O número de células do hipocampo, área ligada à memória, nos filhotes que não foram lambidos era reduzido em comparação aos que tiveram as lambidas da mãe. Os cuidados no primeiro ano de vida têm repercussão sobre o cérebro das crianças, mostrando a importância do afeto materno, visto que as sinapses se formam até os 5 anos, fase em que o indivíduo aprende a aprender.
Quando a criança recebe carinho, os níveis de serotonina sobem, reforçando as conexões sinápticas. Quando a criança è exposta a situações negativas, aumenta o cortisol, o hormônio do estresse, diminuindo a formação de sinapses no cérebro.
Entao vamos encher nossas crias de muito carinho e deixa-los bem felizes pra nos ficarmos felizes tambem. Eu sei, entendo e ja passei por isso as vezes da vontade sair correndo, vontade de gritar, mas temos que pensar que o tempo passa tao rapido e que daqui apouco eles nao vao mais querer nosso abraco, pois tambem tera suas coisas pra cuidar e sera corrido e teremos saudade, principalmente se nao aproveitarmos agora.
Faça qualquer momento um momento inesquecivel, valer muito a pena.
Mais um dos meu desabafos
11:27 AM 0 Comments Anthony, crescendo, crescimento, familia, mae, mãe
Sera que fantasiei, ou esqueci tudo aquilo que vi quando minha irma teve o Arthur? Acredito que sim, conforme minha mae a gente esquece tudo aquilo de ruim que faz parte da maternidade, senao as maes nao teriam seus segundos, terceiros, quartos.... filhos. Entao eu, tola que era, imaginava ou acreditei que bebês mamavam, dormiam, e claro, choravam, mas só às vezes.
Eu tinha pra mim, que bebês são quase como pequenos Budas, quase sempre calmos, tranquilos, serenos, sossegados. Não sei de onde veio essa concepção totalmente equivocada, mas só sei que meu filho veio para me deixar bem claro que tudo isso não passava de uma grande ilusão.
O Anthony é sossegadão (ou era) na maior parte do tempo, mas chora com convicção, e está longe de ser esse bebê plácido dos meus devaneios pré-maternidade.
Com a chegada do Anthony eu percebi que ser mãe é aceitação: é aceitar que meu filho é do jeito que é, e portanto diferente do ideal que eu tinha, é aceitar que ele não dorme como eu queria ou pensei que dormisse é aceitar que nem sempre eu entendo o significado dos choros dele, é aceitar que ele chora sem motivo aparente às vezes, é aceitar que eu não posso privá-lo imediatemente dos incômodos que ele sente... Ser mãe do Anthony é aceitar, inclusive, que eu fico de saco cheio de fazer as mesmas tarefas repetitivas dia após dia, é aceitar que a minha vida foi reconfigurada com a chegada dele, e que um tempo só pra mim, ou só para o casal não é mais tão simples, é aceitar que o meu tempo, por enquanto, é o tempo dele...
E para aceitar esse tanto de coisa e outras mais, é preciso entrega.
E eu jamais experimentei tamanha entrega na minha vida, em nenhuma outra relação. Entregar-se é dar de si sem esperar nada em troca, é um passo no escuro, é esquecer de si por um tempo. E talvez, por isso mesmo, a entrega seja tão difícil. Mas como mãe, eu sinto que não tem outro jeito. O Anthony está aí, ele é real, e ele precisa de mim.
Quando se fala de maternidade por aí, se esquece de dizer que com o nascimento de um filho nasce uma outra mulher, um outro casal, uma outra vida. Nem melhor, nem pior, apenas uma outra vida, uma nova vida. Bom, pelo menos é assim que eu me senti e tenho me sentido.
E nessa nova vida, tem dias que eu sinto uma "angústia de não se entender, um tédio que a gente nem crê, anseio de tudo esquecer e voltar". Voltar para aquela velha vida na qual eu podia ficar a toa, conversar mais com meu marido, viajar mais com ele, receber amigos em casa e conversar madrugada adentro, acordar quando quisesse, cozinhar sem a pressão do tempo, assistir um filme até o fim...
Daí eu me lembro que apesar de ser mãe de fato, eu ainda estou me tornando mãe. Sim, porque no meu caso, o tornar-se mãe tem sido um processo. E esse processo de tornar-me mãe está sendo muito recompesador, e tem ajudado a me conhecer melhor, mesmo topando com muitas pedras no caminho.
É bem verdade que apesar da falta de liberdade, hoje eu me sinto muito mais Aline, a Aline como indivíduo, pessoa autônoma, do que há anos atrás. O que me leva a crer tudo há de melhorar. E melhorar independe do meu filho, se ele dorme ou não, se ele chora ou não... A melhora é minha. Afinal, o processo é meu.
E como nada nessa vida é uma via de mão única, a maternidade também traz muitas coisas boas, claro. Mas sobre elas eu falarei num outro momento.
Hoje, me desculpem, eu precisava desabafar.
Bebe chorao
11:03 AM 2 Comments Anthony, mae
Entao eu me pergunto como entender essa forma tão diferente de se expressar? O que é possível fazer para ajudá-lo? Como saber se é manha ou uma dorzinha incômoda? Qual a atitude mais adequada a tomar? Essa situação tão comum na vida de quem tem filhos pode se transformar num pesadelo para os casais, principalmente os de primeira viagem, que, sem nenhuma experiência, começam a tentar decifrar o choro do filho.
É assim que ele sabe se comunicar!
O choro é o único jeito que o recém-nascido tem de se comunicar com o mundo. Mas essa forma tão natural de comunicação costuma ser um transtorno para os pais que ficam tensos e angustiados por não conseguir compreender as necessidades de seu filhote. Conheça alguns motivos que explicam essa tensão:Por que o bebê chora
As crianças pequenas gostam e precisam de certa rotina. Elas também necessitam de tranqüilidade, aconchego, boas mamadas e bom sono. Parecem coisas fáceis de conseguir, mas, infelizmente, não são. A tranqüilidade é uma mercadoria difícil de se obter e sua falta acaba trazendo alterações na rotina diária, na alimentação e no sono. Em conseqüência, a cria chora, chora, chora...Decifrar os diversos tipos de choro é o primeiro passo para romper o círculo vicioso entre uma mãe intranqüila e seu bebê chorão. Tensa e insegura, ela transmite esses sentimentos para a criança, que reage chorando mais ainda. Ninguém melhor do que o pediatra e a experiência de outras gestações para ajudar a entender o que está acontecendo.
Tipos de choro
Está com...
Ouvido afinado
O melhor decodificador para o choro do bebê é sem dúvida nenhuma o ouvido afinado da mãe. Sua sensibilidade e a estreita ligação com o filho permitem a realização dessa mágica. O milagre de amor tem uma explicação: as mães, nesse período supersensível, têm a capacidade única de regredir até sua vivência infantil e assim descobrir por que seu filho chora.So tenho uma coia a dizer: é dificil e muito dificil :(
Reconhecendo uma mae
5:24 PM 0 Comments gestante, gravidez, mae, mãe
Certamente você vai se reconhecer….
- Mães costumam andar em bando, mas mesmo quando chegam em algum lugar sozinhas, elas logo se reconhecem, se juntam e formam uma verdadeira quadrilha. Mulheres que não são mães, em geral, não são bem aceitas no grupo.
- Mães fazem cara feia, cara muito feia quando alguém que não tem filhos diz: “mas eu tenho muitos sobrinhos” nã nã ni nã não querida colega, sobrinho está a anos luz de ser algo parecido com filho…
- Em geral elas têm o cabelo curto, mas quando ostentam longas madeixas, as mantem pressa na maioria do tempo.
- Elas evitam max acessórios – eles são absurdamente perigosos. Também evitam tomara-que-caia (quase um crime) e salto alto. De maneira geral se preocupam muitoa mais com conforto do que com moda.
- Mães usam um dialeto muito particular e por muitas vezes se comportam de maneira bizarra em publico. Exemplo clássico: almoço de domingo no restaurante, uma criança no auge do desfralde diz – eu quero fazer xixi – A mãe se levante com a criança no colo, corre por entre as mesas gritando: “xixi, cocô” – sem o menor pudor…
- Mães começam a se arrumar com horas de antecedência para um compromisso e, em geral, chegam atrasadas….
- Mães olham gravidas com compaixão e pensam: “pobres mulheres, elas não sabem o que lhes aguarda”
- A comida está sempre fria e a cerveja sempre quente.
- Conhecem todos os personagens do Discovery, sabem dos horários dos desenhos e competem entre si para saber quem viu mais vezes o DVD da Galinha Pintadinha e do Cocoricó
- Os temas cocô e vômito chegam a dar orgasmos nas mães
- Ahhh elas sempre começam frases assim – “Nossa, mas você precisa ver, o fulano é muito esperto. Voce não sabe o que ele fez ?“
- Mães sempre apresentam olheiras, cabelos despenteados, hipoglos nas unhas e algum tipo de sujeira nas roupas.
- No meio de uma conversa telefônica ela fala do nada – NÃO – NÃO sobe ai – Tira isso da boca – vou contar até 3. Em geral ela
desliga o telefone antes que a conversa termine
- Mães possuem ouvido biônico, ouvem o choro de seus filhos a quilômetros de distancia.
Se você encontrar com alguma da espécie na rua: CUIDADO. Ela pode ser absurdamente amorosa, mas as vezes vira uma fera!!
Ser mae é um exercicio da fé
1:28 PM 0 Comments Amor, crescimento, mae, para criancas
Mães são, por natureza, pessoas neuróticas e preocupadas muito preocupadas com suas crias (como em toda regra, há exceções, mas não interessam aqui). Mães de primeira viagem entao...são isso ao cubo. E a cultura popular insiste em agravar ainda mais esse quadro de neurose puerperal...
Todo mundo tem um causo para contar. O filho do vizinho que se afogou na banheira, o outro que derramou café quente na cabeça, a menina que quebrou a perna andando de bicicleta, o menino que caiu dentro da maquina de lavar, o menino que morreu sufocado no berco e por ai vai... As possibilidades de acidentes são tão amplas que dá até desânimo.
A mãe de primeira viagem pode até tentar, mas em breve vai descobrir que o mundo é tão perigoso para seu pequerrucho(a) que as coisas têm muito mais chance de dar errado do que de dar certo, infelizmente a mais pura verdade.
A criança não pode dormir de bruços, não pode dormir de lado, não pode dormir de barriga para cima, vai dormir que jeito entao? - pendurado no varal?. Não pode comer chocolate, não pode beber refrigerante, mas eventualmente vai sacar uma garrafa de água sanitária da área de serviço e beber um pouquinho.
Já vi meu sobrinho achar bacana subir no braço do sofá e querer pular de cabeça no chão (me da ate arrepios), o Anthony passa por cada quina de moveis pela casa (me da ate calafrio), conheço história de recém-nascido que comeu caramelo (um presente dos primos) no dia em que chegou da maternidade. Menino que virou panela de água fervendo na cabeça ou enfiou o dedo na tomada.
Porém, um olhar atento sobre a história da humanidade e o crescimento cada vez maior da população mundial mostra que as crianças sobrevivem a estas e outras situações. Amem!
Eu só consigo explicar isso por uma ação muito meticulosa e cuidadosa de todo um exército de anjos da guarda que tomam conta delas. As chances estão contra, minha gente. Não tem supermãe que consiga evitar tudo. Que as crianças sobrevivam, este é o milagre da vida. Tem que confiar e pronto.
Portanto Ser mãe é um exercício de fé.
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