2 ANOS E 5 MESES

0 Comments

 

 Desenvolvimento motor: dons artísticos

Logo logo você vai notar algumas mudanças naqueles rabiscos irreconhecíveis. Em uma primeira etapa, por volta de 1 ano, 1 ano e meio, tudo o que seu filho conseguia fazer era segurar o giz de cera com praticamente a mão toda e movimentá-la ao acaso pelo papel. Depois passou a fazer linhas mais retas, valendo-se mais do pulso.

Por volta de 2 anos e meio, os dedos passam a ter mais agilidade, e muitas crianças já conseguem segurar o lápis entre o dedo indicador e o polegar. Com isso, têm melhor controle do que fazem e algumas formas começam a aparecer, como círculos ou linhas curvas de um arco-íris.

Incentive os dotes artísticos tendo em casa bastante material para brincar, como giz de cera, canetinhas, tinta, argila ou massinha (fique de olho no selo do Inmetro para garantir que são apropriados para a idade da criança). Não se preocupe muito com resultados "concretos", já que o que importa mesmo agora é o "fazer".

Atenção para detalhes

É impressionante o olho e o ouvido que crianças desta idade têm para detalhes. O que ocorre é que tantas coisas e experiências novas criam uma atenção especial para sons, cores, tamanhos e movimentos que a maioria de nós nem percebe mais. Não se surpreenda ao ouvir comentários sobre o "tiquetaque do relógio" ou o "chapéu azul do carteiro".

Seu filho vai também perceber relação entre características similares, como a barba do vovô e a barba do Papai Noel.

Toda essa atenção com os detalhes explica por que ele nota tão rápido uma mudança na disposição dos móveis da sala, um corte de cabelo novo ou a página arrancada de um livro (e geralmente pede para que tudo volte a ser como antes!).

Desenvolvimento emocional e social: volta no tempo

Não seria uma maravilha se o desenvolvimento só fosse feito de avanços? Só que, como praticamente tudo na vida, às vezes os passos são para a frente e às vezes para trás. Por exemplo, uma criança que já dormia bem a noite toda começa a acordar de novo todos os dias às três da manhã. Ou a chupeta que estava perdida e esquecida volta com força total para a boca.

Crianças regridem dessa forma por vários motivos, como estresse (bebê novo em casa, volta da mãe ao trabalho, pai demitido, briga de casal, comportamentos agressivos por parte dos pais) ou medo (do escuro, de um monstro, de separação dos pais). O empenho muito forte em aprender uma nova habilidade também pode levar ao "esquecimento" de outra.

Se isso acontecer, o melhor que você tem a fazer é dar muito carinho e segurança, sem criar grandes dramas. Não é o fim do mundo ceder um pouco, só deixando claro os limites ("Sim, pode ficar de fralda por umas horinhas e depois a gente volta para a cueca, tá?"). Crianças crescem, não tem jeito, e não vai demorar para que ele mate a saudade do comportamento de "bebê" e esqueça do assunto.

Caso ache que realmente há algo de errado, não hesite em conversar com o pediatra. É raro, mas pode acontecer de uma disfunção física provocar a perda de habilidades previamente conquistadas.

É meu!

É quase regra: crianças de 2 anos brincando acabam disputando o mesmo brinquedo. Elas tendem a ser superprotetoras em relação a seus objetos, e a capacidade de emprestar e dividir só vai surgir de verdade daqui um ou dois anos. Para evitar disputas acirradas, você pode:

• Usar bastante as palavras "dividir", "emprestar" e "compartilhar" ("Quer que a mamãe empreste a revista para você ver?").
• Apartar as brigas tirando o objeto do desejo e redirecionando as crianças para outra atividade ("A boneca vai descansar agora. Vamos fazer bolhinhas de sabão?").
• Planejar atividades em que cada criança possa ter um item próprio, como brincar com massinhas ou desenhar na cartolina.
• Elogiar seu filho quando dividir algo com um coleguinha. A chamada técnica do reforço positivo dá muito certo.

Desenvolvimento da memória

Do que será que uma criança de 2 anos consegue se lembrar? Cada dia mais coisa. Existe um jeito de pensar conhecido como pensamento simbólico, o que basicamente quer dizer que ela consegue ver com os olhos da mente. À medida que experiências e hábito criam novas conexões no cérebro, cresce a capacidade de acessar essas imagens captadas no dia-a-dia.

Daí ela se lembrar de como é o urso que perdeu, da rua da casa da vovó, da comida que comeu na festa do amigo ou do programa que fez com você no fim de semana passado.

Estimule esses alicerces da memória fazendo muitas perguntas sobre coisas que ela sabe ("Como é mesmo que se chama a mãe do Felipe?") e, ao anoitecer, faça uma retomada de tudo o que aconteceu durante o dia ("E depois que você almoçou, a gente foi aonde?").

O que nao falar pro nossos filhos

0 Comments




O que não se deve falar para as crianças

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:

1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

2 anos e 4 meses

0 Comments



Desenvolvimento físico: controle dos movimentos

Com melhor controle dos movimentos, seu filho brinca agora com objetos menores (mas, ainda assim, tome muito cuidado com o tamanho dos brinquedos, porque eles podem facilmente ir parar na boca e engasgá-lo) e realmente consegue construir coisas, em vez de só bater para derrubar.

Às vezes a brincadeira está tão gostosa que ele vai ficar bravo se for interrompido. Para facilitar as coisas para vocês dois, dê um aviso antes de que já está quase na hora de terminar ("Pode brincar mais cinco minutos e depois vamos jantar."). Procure ser flexível antes de dar "ultimatos" e ficar em uma posição difícil de voltar atrás.

Brincadeiras de desenvolvimento

Às vezes seu filho mais parece um cientista, de tanta concentração e persistência. A verdade é que existe uma espécie de programação interna para que a criança faça certas coisas inúmeras vezes, a fim de aperfeiçoar suas habilidades motoras.

Isso explica, em parte, por que ele não consegue parar de pular em cima do sofá mesmo depois de inúmeros apelos. É quase como se houvesse um instinto natural para continuar repetindo a ação.

Uma boa maneira de treinar a coordenação motora é através daqueles brinquedos de puxar ou empurrar, como patinhos ou jacarés (há tipos de plástico e de madeira); para a chamada coordenação motora fina, quebra-cabeças com pecinhas que tenham pinos para encaixar são ideais, assim como bonecos com roupas para pôr e tirar.

A repetição das brincadeiras também serve para construir as estruturas do cérebro e entender como o mundo funciona. É exatamente isso que acontece quando uma criança empilha e destrói uma torre de blocos mil vezes ou fica paralisada diante de um esguicho jorrando água ("Que será que acontece com a água?", pensa. "E se eu pegar e jogar para cima? E se cair na grama?").

Desenvolvimento emocional e social: interação com outras crianças

O interesse por outras crianças vai ficando cada vez maior. Embora possa parecer que estão basicamente se ignorando ou, pior, só briguem, essas primeiras amizades são bem reais para o seu filho. Elas também ajudam a treinar as habilidades sociais e acrescentam variedade de interações na rotina.

As crianças que já frequentam escolinhas ou creches podem até já ter um amigo preferido ou outro. No caso das que ficam em casa, é importante levá-las a parques ou convidar outras crianças para brincar, assim criam-se oportunidades para convivência.

Para facilitar o contato e evitar brigas, procure manter o grupo de crianças pequeno. Uma boa regra é que o tamanho do grupo não ultrapasse a idade do seu filho (por exemplo, crianças de 2 anos brincam melhor em duplas). Outra coisa importante é que o tempo da brincadeira não deve ser longo -- de meia a uma hora no máximo.

Evite brinquedos quando puder, já que eles tendem a levar a sentimentos de posse e conflitos. Use a palavra "amigo" sempre, falando dos seus próprios e dos do seu filho.

Desenvolvimento da linguagem: gramática correta

Todos os dias, novas palavras e significados são absorvidos por seu filho. Isso porque até os 2 anos o cérebro processa novos sons mais rápido do que nunca. Já colocar palavras em perfeita ordem dentro de uma frase é outra história… O aprendizado das complexidades gramaticais leva tempo (pense em quantos adultos têm dificuldade para falar bem a nossa língua).

A questão é que você não precisa ensinar gramática para seu filho (embora deva sempre falar de forma correta e não ficar repetindo as palavras erradas dele). Por incrível que pareça, entre 2 e 3 anos de idade, as crianças simplesmente aprendem o uso correto de verbos, pronomes, preposições e concordâncias apenas ouvindo e praticando. Os padrões da língua são automaticamente "classificados" pelo cérebro e arquivados para referências futuras.

Daqui para a frente, você vai notar como seu filho passará a dizer "eu qué", em vez de "Lucas qué" ou como colocará as palavras no plural. Os erros e confusões gramaticais continuarão, no entanto, por alguns anos. Lembre-se de que o português é uma língua cheia de particularidades e exceções.

Será que é hora de aprender outra língua?

Com tanta cobrança por excelência no mundo, você já deve ter se perguntando se vale a pena começar a ensinar outra língua para seu filho, colocando numa escola bilíngue, por exemplo. Há sim indícios de que as crianças aprendem uma língua estrangeira com mais facilidade nos primeiros anos de vida e que conseguem literalmente ouvir seus sons melhor do que adultos ou adolescentes.

O problema é que a forma ideal de aprender uma língua é através de conversação com alguém nativo, e aulas algumas vezes por semana são menos eficientes. A repetição ao longo do tempo também é chave para que ele retenha as informações aprendidas.

Por exemplo, uma criança que faz aulas de inglês por alguns anos durante a infância não necessariamente será fluente aos 18 anos. Mesmo assim, algumas pesquisas indicam que o simples fato de ter exercitado o cérebro nesta área pode trazer benefícios.

Festa Junina

0 Comments

Hoje aconteceu a festa junina do Anthony e esse ano foi na propria escola dele.
O problema das festas serem la é quando chega na porta eles nao querem entrar, ah tipo nao quero ir na escolinha, e outra na segunda eles querem que a gente entre para comer com eles kkkkkkkkkkkkkkk

Ele dancou, ou melhor "quase dancou", nao durou nem 01 minuto no palco e ja abriu o maior berreiro, tipico dele. Foi so o tempo de tirar uma fotinha mesmo
Estava um pouco frio, mas deu pra aproveitar bastante.
segue as fotinhas








Presente de dia das maes

0 Comments




presentes que ganheie da escolinha do Anthony o desenho foi o mais emocionante é claro